segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Gente é bicho estranho. Tem as coisas todas caminhando muito bem, caminhos se desenhando bem claramente, mas paciência que é bom... Eu até tenho conciência de que é preciso ter calma pras coisas acontecerem, mas na prática é difícil não ficar ansiosa.

É muito ruim esperar na incerteza. Sempre ficamos na dependência de papéis assinados e martelos batidos pra podermos acreditar de verdade que tudo vai dar certo. Um amigo muito querido me disse esse mês: "não duvide das coisas que te dizem e te prometem, acredite em você que você acreditará nelas"...

Eu recebi muito apoio esse mês e vi meu trabalho ser reconhecido de uma forma muito promissora. Mas a luta interna pra ter a bendita paciência sempre me persegue... No fundo, eu sei que é tudo uma questão de auto-confiança. O tempo sempre recompensa o trabalho bem-feito e eu sei que a minha hora vai chegar. Mas o imediatismo humano... essa é herança difícil de deixar pra trás...

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Adoro quando homens se gabam de serem muito importantes e poderosos...

... deixá-los acreditar que sempre conseguem tudo que querem com qualquer mulher me faz dar muitas risadas!


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Poder sempre é relativo! ;)

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

É incrível como os homens às vezes acham que as mulheres são abestadas, no bom e velho cearês. Avisem aos queridos amigos que, nem eu que muitas vezes sou ingênua demais, deixo de perceber quando estamos sendo testadas na cara lisa.

Pessoas, aquela velha história de plante-verde-pra-colher-maduro é antiga demais pra colar. Pior ainda é tentar fazer galanteios, só pra ver se a gente cai e depois dar o fora de fininho e nos deixar com a cara no chão, pra poder sair por aí fazendo análises e críticas, sejam quais for. Queridos, isso não rola mais!

Só um desabafo para meus colegas de sexo oposto: o tempo das mulheres ingênuas tá acabando hein. Modernidade tá chegando e a gente tá ficando esperta. Portanto, usem logo essas armas antigas que vocês tem por aí, porque o prazo de validade delas tá vencendo já já.

Como diz minha amiga Bela Magnólia: Só dando o toque! ;)

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Quem lê tem poder!

Recebi por email, não sei a origem. Mas dei risada! ;)

A mulher que lê

Um casal sai de férias para um hotel-fazenda. O homem gosta de pescar e a mulher gosta de ler. Uma manhã, o marido volta de horas pescando e resolve tirar uma soneca. Apesar de não conhecer bem o lago, a mulher decide pegar o barco do marido e ler no lago.

Ela navega um pouco, ancora, e continua lendo seu livro. Chega um guardião do parque em seu barco, para ao lado da mulher e fala:

- Bom dia, madame. O que está fazendo?
- Lendo um livro - responde, pensando: será que não é óbvio?
- A senhora está em uma área restrita em que a pesca é proibida.
- Sinto muito, tenente, mas não estou pescando, estou LENDO.
- Sim, mas com todo esse equipamento de pesca, pelo que sei, a senhora pode começar a qualquer momento. Se não sair daí imediatamente, terei de multá-la e processá-la.
- Se o senhor fizer isso, terei que acusá-lo de assédio sexual.
- Mas eu nem sequer a toquei! - diz o guardião.
- É verdade, mas o senhor tem todo o equipamento. Pelo que sei, pode começar a qualquer momento.
- Tenha um bom dia, madame - diz ele, e vai embora.

MORAL DA HISTÓRIA:

NUNCA DISCUTA COM UMA MULHER QUE LÊ. CERTAMENTE ELA PENSA.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Homens reclamam, mas fique sem gastar esse dinheiro pra ver...

Eu sei que corro o risco de soar um pouco machista com esse texto, mas acho muito verdadeiro, ó! Porque quando os homens reclamam da gente, essa lógica é justamente a minha resposta. Recebi por email hoje:

Lógica feminina


Uma mulher estava passando de carro por uma rua e ao parar no sinal de trânsito foi abordada por uma moradora de rua, muito suja e de péssimas aparência, que pediu a ela dinheiro para comprar comida.

A mulher pegou a carteira da bolsa, tirou R$ 50 e perguntou: 'Se eu te der este dinheiro, você não vai sair com tuas amigas e gastar tudo?'

'Que é isso, dona, eu não tenho amigas. Moro na rua.'

'Você não vai sair aí pelas lojas gastando?'

'Não, eu não entro em loja porque não deixam e gasto meu dinheiro só com comida.'

'Você não vai usar para ir a um salão fazer cabelo e unhas?'

'A senhora tá malucas? Faz uns vinte anos que não sei o que é salão.'

'Bom, a mulher disse, 'Eu não vou te dar o dinheiro. Entre aqui no carro que eu vou te levar para jantar comigo e meu marido esta noite.'

A mendiga ficou pasma. 'Mas teu marido não vai ficar furioso com você? Eu não tomo banho faz muito tempo, estou suja e fedorenta.'

'Não faz mal. Entre aí. Quero que ele veja como fica uma mulher quando ela pára de sair com amigas, fazer compras e ir ao salão."

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Ectoplasmas sentimentais.

É muito ruim quando a gente se depara com um fantasma do passado na nossa frente e é péssimo quando a gente percebe que aquela aparição, mesmo depois de tanto tempo, ainda te assombra e te gela a espinha.

É meio inevitável viver cercada por esses "ectoplamas sentimentais", essas emoções que a gente esconde lá no fundo e finge que não existem mais. Será que é sempre ilusório pensar que quando a gente cresce o medo do bicho-papão desaparece? O que será necessário fazer pra espinha não arrepiar de cima à baixo quando o fantasma se materializa no nosso caminho?

Será que existe mesmo uma "superação total" de todas as tristezas e maus-bocados que a gente passa na vida? Às vezes fico pensando se, no fundo, essa superação que buscamos não seria, na verdade, um esquecimento prolongado. Aquele nível de esquecimento onde o passado não tira mais seu sono, não enche mais seus olhos de lágrimas e permite lembranças sem dor. Mas que está lá. E que pode voltar de vez em quando...

Eu tenho meus fantasmas: algumas pessoas, alguns amores, algumas perdas, alguns desapontamentos... Nenhum deles foi até hoje mais forte que eu mesma, é bem verdade. Nenhum deles me impediu de seguir adiante e de continuar crescendo. Mas eles ainda aparecem vez por outra. E doem ... E nessas horas, dá uma vontade grande de fugir pra longe, com a ilusão de que eles não conseguirão nos alcançar...

Bom seria se os fantasmas não seguissem junto conosco...

Talvez tenha um lado positivo.. me lembra de que o que sou hoje também é fruto de tudo que chorei até então...

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

7° Arte

Voltando do cinema com mais um filme excepcional na minha lista: o hilário "Se beber, não case". Comédia adulta, mas nada apelativa. Absolutamente hilária, principalmente pelo fato da história parecer totalmente possível, daquelas que soam absurdas, mas que merecem ser contadas para os netos.

As atuações são ótimas, mas quem ganha o destaque mesmo no filme é o roteiro em si. Vale prestar atenção no perfil dos protagonistas: são pessoas adultas, comuns, que trabalham, tem família, com educação, respeito e caráter. Bem diferente da maioria das comédias adultas que vi ultimamente, "Se beber, não case" passa longe do clichê da turma-adolescente-sem-cérebro e do perfil homem-cachorro-nem-aí-pra niguém. Qualquer pessoa adulta que curta a vida e não tenha problemas com auto-afirmação e imaturidade pode se imaginar nas situações.

Olhando por trás das cenas absurdamente hilárias, tem uma filosofia e uma forma de ver a vida por trás dos personagens que me agrada muito, com a qual me identifico. Mas seria assunto pra outras (e várias) mesas de bar.

Provavelmente verei novamente. E depois que verem, jogue a primeira pedra quem não se imaginou no lugar dos caras. Ou pelo menos pensou que seria divertido...

Tenho a impressão de que um novo ciclo astrológico-cabalísitico-mundial deve estar começando estes dias...

No curto espaço de tempo de domingo para cá, já três ou quatro antigos paqueras declararam estar namorando, ou que casaram e já são pais. Interessante. De repente, uma série de pessoas que estavam solteiras deixaram de estar, o que significa que as filas estão andando... Deve ser um sinal.

Nos últimos tempos, tive muitas notícias de rompimentos e quase nenhuma de novos começos. Energias se reorganizando para criar novos laços, as coisas mudam. Universo deve estar mais amoroso este mês.

Muito bem! Triste pela "perda", de forma nenhuma, não estou. Pelo contrário. Fila serve é pra andar mesmo! ;)

domingo, 16 de agosto de 2009

Estava lendo o último post da Aline aqui (parabéns Aline!) e lembrei que esse problema também tem me afligido nos último tempos...

E ontem fui no aniversário de outra amiga e ela disse que ano que vem (quando completará 25) vai fazer uma festa, porque a comemoração de UM QUARTO DE SÉCULO de vida tem que ser em grande estilo...

Olhando por esse ângulo, um quarto da vida já foi... fiquei um pouquinho depressiva, vou nem mentir! ;)

sábado, 15 de agosto de 2009

A crise dos 25 está batendo à minha porta!

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

O mundo conspira...

A vida tem uma forma engraçada de nos mostrar caminhos. Para mim nem se fala, eu que sou cristã, cheia de fé, crente no destino que se escreve sempre em linhas gerais, com o desenho das caminhos indefinido, mas com pontos de origens e chegadas sempre pré-determinados.

Sei que filosofias desse tipo não são muito fáceis de escrever, principalmente porque cada um tem sua crença. Mas, desde o começo do ano, eu tenho tido sensações boas de que as coisas acontecem, e que, de uma forma ou de outra, tudo caminha para me levar em uma determinada direção. Eu só precisei seguir a vozinha interior e prestar atenção nos sinais.

Quando estava na angústia de decidir se largava tudo e ia pra São Paulo tentar um caminho novo, uma pessoa muito querida me disse para não temer. "Quando o trem passa, só sobe quem está qualificado para embarcar nele". Nunca vou esquecer!

Me armei com toda a loucura que havia dentro de mim e fiz as malas. Deixei pra trás todas as certezas que tinha na minha vidinha arrumadinha. Na volta, o esforço maior foi contra a ansiedade. Respirando fundo todo dia, me agarrando com todas as forças na pouca paciência que sempre tive. "Espera, se acalma, vamos ver o que acontece." O mundo capta as energias que você emana...

E acontece mesmo. De repente eu percebi que tudo está conectado. Que aquela inquietação não era à toa. Que aquela palestra assistida foi crucial. Que as vontades despertadas tinham fundo de verdade. Que o conselho dado foi um anjinho suspirando no ouvido. Que segui-lo foi a coisa mais sábia que poderia ter feito. Que correr o risco valeu a pena. Que vai continuar valendo...

E o que estava distante fica logo ali do outro lado da rua. Agora, é só fazer a travessia!

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

7° Arte

Cada dia mais cinéfila, com pretensões de ser artista-de-bastidor um dia, presto mais atenção aos detalhes. Se sempre fui chegada a um filme cult-psicológico, agora assinei a carteirinha do fã-clube. Telecine Cult é meu best friend e hoje à noite ele me apresentou a mais uma pérola cinematográfica, na minha humilde concepção. Mais um título entra para os meus "top mais" (porque não conseguiria eleger os "top ten", então expandi a lista um pouco).

"Na Natureza Selvagem", com título original "Into the wild", é simplesmente bárbaro. Tão profundo que poderia criar um fórum de discussão que não esgotaria tão cedo. Renderia um livro em cima do livro original. Ao mesmo tempo, tão simples que deixa bem claras as discussões e as guarda sutilmente para as mesas de bar dispostas a conversas intlectualóides-de-meia-tigela, lindas e agradabilissímas. Um filme que consegue ser denso e leve, intenso e sutil. Frases e roteiro simples contando uma visão totalmente piscológica de pessoa. Cenas fortes contrapostas com cenários deslumbrantes. Final triste que não deixa chorar porque transparece a felicidade profunda do personagem. E contagia! Melhor ainda: faz pensar. Muito.

Sean Penn me surpreendeu imensamente como diretor e Emile Hirsch emocionantemente se transforma em Christopher McCandless, numa atuação esplendorosa. Tudo lindo!

Dá esperança ver que o mundo ainda tem pessoas com uma história tão forte e tão bonita pra ser contada, num passado muito próximo de nós. História de alguém que poderia estar do nosso lado hoje, conversando sobre filmes cults em mesas de bar...


PS: Vale a pena prestar atenção na trilha sonora original assinada pelo vocalista do Pearl Jam, Eddie Vedder. Canções ao estilo da banda, com letras que agradarão aos que gostam de uma boa música com mensagem e belas frases de efeito. Particulamente tocantes pra mim!

domingo, 9 de agosto de 2009

Brincar de ser eu

Cabelo novo sempre me assusta um pouco... É só um simples corte de cabelo, mas fico com a sensação que muda mais muito que isso. É como se de repente você ficasse esperando por coisas novas, como se mudasse de rumo.

Aí você muda o cabelo, que muda a roupa, que muda o estilo, que muda o comportamento... e você vai se moldando, se aperfeiçoando, até se encaixar definitivamente. Descobre alguns aspectos seus que ainda não tinha visto, estuda possibilidades. A busca pelo corte ideal se reflete, pelo menos pra mim, muito mais em uma busca de identidade pessoal do que uma simples coisa estética.

Me olho no espelho, às vezes gosto, às vezes estranho. Mas me agrada a idéia de me reinventar mais do que o resultado em si, e isso me basta. Observo daqui e dali, penso em possibilidades: "se fizesse assim, se usasse isso, se prendesse com aquilo". Vou brincando comigo mesma. Entre erros e acertos, eu me redescubro e me reconstruo. Brincadeira boa de ser eu mesma!

domingo, 2 de agosto de 2009

Ando meio ansiosa esses dias... daí acordo esperando notícias que não ficaram de vir... como se as coisas que eu quero pudessem acontecer assim da noite pro dia.

É muito estranho fazer planos a longo prazo porque eu fico desejando que o "longo" seja uma semana, quando no fundo a gente sabe que não é bem assim. Projeto imagens do que quero ser e fazer e logo em seguida me perco sem ter certeza de por onde começar. Fico feliz com essas projeções e trabalho para realizá-las, mas como boa ariana sempre tenho a sensação de que não estou fazendo o suficiente e brigo comigo mesma: "mexa-se, mais, ainda não é suficiente".

Pressão saudável, ainda não deu pra enlouquecer com ela. Tenho consciência da minha ansiedade. Logo em seguida vem a vozinha boa: "calma, cada coisa no seu tempo".

Quero viver mil vezes... pra talvez eu conseguir ser tudo que sonho.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Marketing da sedução

“Aprenda a elaborar uma estratégia de impacto e conquiste o interesse e a fidelidade do seu homem-alvo!” Faz me rir, Karina Hollo! Faz me rir!

Eu tenho é pena de quem compra revista NOVA pra ler esse tipo de absurdo:

1. Defina seu target
"É preciso conhecê-lo bem. Só assim conseguirá encantá-lo"

(Apesar de ser a favor de sempre conhecer o público-alvo, discordo da parte do “só assim”, homem se encanta por bobagens que na maioria das vezes não fazem parte do cotidiano dele. E outra, tem que procurar conhecer é pra não quebrar a cara, não para se adaptar a ele.)

2. Foque as vantagens do produto
“Focalize os benefícios que o seu alvo busca em uma mulher.”

(Ah, beleza, virei produto agora foi? Mais uma vez, me aconselhando a mudar em função daquilo que agrada o cara. É! Dá certo pacas! Vai fundo que é bem rasinho!)

3. Tome posição de destaque
“Seu principal diferencial deve ser ressaltado com base no que o seu paquera procura em uma mulher.”

(Mesmo conselho terceira vez seguida, com destaque para o “PAQUERA” - tinha termo mais brega não?)

04. Derrube a concorrência
“(...) Mostre que é melhor ainda, capaz de propiciar tudo o que ela oferece - e mais. Isso, no marketing, se chama valor agregado"

(É e no marketing funciona porque o foco é o cliente, se o foco da sua vida vai ser o tal do PAQUERA, okeijo, vai se anulando em função de outra pessoa pra ver como se chega longe!)

05. Capriche na embalagem
“O invólucro jamais deve destoar do que é o produto.”

(Produto meus ovários! E por que a recíproca não tem de ser verdadeira, hein? Adianta a embalagem ter o melhor design e o produto ser meia-boca? Pedro Neschling que o diga)

06. Esqueça a propaganda enganosa
“Se a sua intenção é construir uma imagem com base nos desejos do seu target, de jeito nenhum minta sobre você mesma.”
(Ou seja, esqueça os conselhos 1; 2; 3 e 4)

07. Faça o plano funcionar
"Coloque seu time em campo sem se esquecer de checar os resultados parciais de quando em quando. Assim, poderá fazer os ajustes necessários de acordo com as reações do seu consumidor"
(Se você é produto, claro que ele é consumidor. E volta os conselhos sobre se moldar em função do PAQUERA.)

08. Limite justo
"Às vezes, conquistar um homem dá tanta canseira que você nem consegue curtir os resultados."
(Se anulando o tempo todo desse jeito, claro que cansa!)

Ainda que a matéria fosse boa, ela esqueceu (ou não está atualizada) que a melhor estratégia é trocar o marketing de interrupção pelo marketing de permissão. Checar primeiro se o seu “consumidor” está aberto ao mercado! Vai adiantar isso tudo se o cara não quiser namorar? (E se ele quiser nem precisa desse esforço todo). E se não for pra namorar, o esforço é mais desnecessário ainda.

O segredo mesmo está é na encontrabilidade. Mas pra isso, tem que focar nos consumidores, clientes, PAQUERA, pequete, ou coisa que o valha, que estão procurando. Marketing nenhum amarra quem quer continuar solteiro.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

E quando falta resposta pro tamanho do absurdo... o.O

Amigo meu puxou conversa no msn hoje à noite... final de mês de julho em Fortaleza, quem não gosta de axé e/ou de farra grande fica em casa vendo tv:

Amigo diz:
fortal? vamos?!
Juliana diz:
tô querendo ir, mas vou só um dia.. tenho grana pra ir todos os dias não
(ok, ok, eu assumo, quando a farra é grande o axé não me incomoda, podem me atirar pedras meus colegas cults)

Juliana diz:
você vai?
Amigo diz:
oora, mas eh claaru.
(copiado ipsis literis, só pra ressaltar que eu não escrevo assim no msn, então não é minha culpa)

Amigo diz:
e tu acha q vou perder fortal, irado
Amigo diz:
perder aquelas mulheres, todas doidas e tal

Juliana diz:
o.O

Vamos combinar que minha vontade de ir pro Fortal quase se reduziu a nula com um comentário desse né?! Vou dar o desconto da falta de noção e me agarrar na esperança de salvação da população masculina quando chegar o juízo final... Perdoa senhor, eles não sabem o que dizem...

Dia dos miguxos

Semana passada o ócio corporativo me levou a uma lista chamada "50 perguntas que vão abrir sua cabeça". Minhas duas preferidas:

Have you been the kind of friend you want as a friend?

Which is worse, when a good friend moves away, or losing touch with a good friend who lives right near you?

Fizeram eu repensar bastante meus relacionamentos nesses últimos dias.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

No pain, no gain...

Deus escreve certo por linhas tortas, sofrimento é a base do engrandecimento pessoal, não importa, qualquer ditado popular parecido com isso nos diz que a verdade é que a maioria das coisas ruins que acontecem na nossa vida tem um aspecto positivo escondido e que só enxergamos isso depois que passa um tempo. E observe que, no quesito relacionamento pessoal, a lei é ainda mais verídica e quase nunca falha...

Pensando no meu último namoro hoje em dia, depois de mais de dois anos que acabou, vejo que o fim na verdade foi começo. Chego até a acreditar que, no fundo, o fim foi a melhor coisa que poderia ter me acontecido. Sofri - MUITO- com a incompreensão momentânea e imatura de ser dois anos mais nova. Mas com o passar do tempo não tenho problema nenhum em assumir o quão grata eu sou por todo o sofrimento que passei... nunca tinha vivido um mal tão necessário. Cresci tanto, mas tanto, que se hoje eu sei quem sou foi porque quebrei feio a cara no fatídico ano de 2007... ano que foi praticamente divisor de águas.

Vim pensando nisso no caminho de casa... em como havia tanta coisa que eu simplesmente não enxergava: em como somos (eu e o ex) absurdamente diferentes, em como já éramos absurdamente diferentes durante os quase 5 anos juntos, e em como eu havia me tornado uma pessoa bem alheia ao que realmente sou para tentar ficar um pouco mais parecida com ele. Relação fadada à fim trágico, hoje eu vejo.

Fato é que males são necessários, e que só por causa de tudo que passei é que hoje me olho no espelho e sei quem sou. Sei de verdade. Sei do que gosto, o que procuro, com o que sonho. E vejo que curiosamente, eu sempre soube disso... mas a vida precisou ir lá e acender a lâmpada para que eu pudesse ver.

Me sinto muito bem com a consciência disso tudo, longe de mim me achar injustiçada por todas as minhas quedas, pelo contrário. Olhando pra tudo que já passei, me sinto cada vez mais protegida. Como se sempre tivesse alguém que me quer bem ali do lado, me observando, pra me dar aquele tabefe necessário pra não me deixar sair da linha de mim mesma... Na escola da vida, a tarefa de casa sempre é: vai lá e vive, se quebrar a cara, na segunda vez você acerta.

Dizem que a vida ensina... e eu sempre tentei ser boa aluna...

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Itens permanentes da minha lista de supermercado

1 caixa de capuccino 3 Corações light
2 embalagens de iogurte Activia natural
1 embalagem de cream cheese Polenguinho
3 garrafinhas de Smirnoff Ice
1 caixa de suco Ades sabor Morango
1 caixa de suco Ades sabor Abacaxi

(1 item aleatório da sessão de cosméticos)

Não importa quanto já tenha estocado em casa, sempre que vou no supermercado eu compro mais. Já pão, leite e água... falta frequentemente!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Sonhos vs Pressão

Voltando da clínica de estética hoje de manhã (porque eu sou chique tá, meu bem) eu tirei do vidro do carro alguns panfletos desses cursos preparatórios para concursos públicos... parei para dar uma olhada nos que estão rolando. Salários bem altos atrelados à empregos que não me dão o menor tesão. Dispensei.

Voltei pensando pra casa... Porque a dupla salário alto + trabalho medíocre é o sonho de consumo da grande maioria? Mamar no orçamento público com o mínimo de afazeres diários é a situação ideal para muitas pessoas que eu conheço. Eu até gostaria de ser assim... as coisas seriam bem mais fáceis e objetivas pra mim. Mas eu não consigo.

Me sinto um ET quando digo que não me incluo nessa estatística. Várias vezes já passaram horas me dando sermões sobre os porquês de eu dever fazer um concurso. Sempre recuso o convite por não me encantar com o serviço público, não por ideologias políticas ou coisas do gênero... mas simplesmente porque não me identifico com o tipo de trabalho que eu desenvolveria na maioria das instituições. Simplesmente não nasci para ser funcionária pública, ponto (exceto professora universitária, porque isso ainda serei um dia).

Sempre que solto essa frase eu sinto que o ar pesa um pouco e a incompreensão paira no ambiente. É tão errado ou tão estúpido assim preferir fazer o que se gosta mesmo que pra isso se trabalhe mais e talvez ganhe menos? Ou que se corra mais riscos? Porque as pessoas te cobram tanto que você se estabilize de uma vez, que garanta a aposentadoria e a vida futura? É errado gostar do incerto? Eu só tenho 24 anos e um pouco mais de um ano de formada, preciso mesmo me preocupar com isso agora? E mesmo ainda tão nova eu preciso desde já começar a trabalhar no emprego mais seguro que passar na minha frente pra garantir a pensão pra velhice? E depois que a vida de idosa estiver garantida, com que forças eu vou poder correr atrás do que eu realmente gosto?

Sou meio teimosa nesse meu ponto de vista e t
alvez meu conceito de felicidade seja meio controverso... Me perdoem aqueles que me cobram, mas a hora de arriscar é agora! Quem sabe eu consigo viver muito bem obrigada enquanto me apaixono cada dia mais pelo trabalho que faço? Sem tentar eu não vou saber. Sábias palavras de um grande amigo que uma vez me disse: "não seja escrava do contra-cheque". Nunca esquecerei o conselho.

Então me desculpem os concursista amigos, mas não pretendo juntar-me à vocês por hora. Tenho algumas chances pra queimar ainda e algumas caras pra quebrar antes de achar que está na bendita hora de me aquietar...

domingo, 12 de julho de 2009

Durante o fim de semana um broder me relatou uma situação que rolou com uma garota e pediu minha opinião. Na verdade, ele me pediu mesmo foi uma explicação. Não raramente eu sou abordada pelo chavão “Ei, por que vocês são assim?” E na maioria das vezes, tal qual como aconteceu no fim de semana, eu não sei o que dizer. Quanto mais o meu broder me descrevia a situação mais perplexa eu ficava. Eu tenho vagina, ela também, mas nem por isso eu vou entender o porquê das atitudes dela. Eu atesto que definitivamente não compreendo o universo feminino. Tão pouco o masculino. Alias, eu quase nem entendo o meu!

sábado, 11 de julho de 2009

Não sei aonde foi que deixei a minha vontade de sair... desde que ainda estava em Sampa que ando meio sem gosto por sair à noite... para quem não consegue ficar um fim de semana em casa, isso tá sendo surpreendente. E o pior, não é por falta de companhia ou convite... é falta de vontade mesmo.

Talvez seja a idade... certamente estou mais seletiva e aprendi que sair só por sair na maioria das vezes não vale a pena, serve só para gastar dinheiro com besteira. Acho que estou começando a ouvir mais o meu termômetro seletivo, sair só quando compensa de fato.

Além da idade (não tão avançada assim), do processo de seleção mais apurado, da não mais necessidade de auto-afirmação que as baladas-lugares-comuns trazem, creio que se junta à isso a pouca quantidade de lugares realmente interessantes para se ir. Salvo meu dinheiro para investimentos futuros: poucas baladas com maior qualidade.

Faz 3 semanas que não saio. Gastarei no próximo fim de semana a grana de dois desses sábados morgados numa festa de responsa. Afinal, um dia a gente aprende que para quase tudo na vida, qualidade é bem melhor que quantidade! ;)

quinta-feira, 9 de julho de 2009

"Não adianta ser incrível na cama e escrever português errado." Pedro Neschling, ator (via TMP/Patrícia Kogut)

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Sábado na 20 e Poucos Anos Club!
Censura: 20 anos
Ingressos: R$ 15,00 (no local)
Informações: 3219.0744
Indicações: 0

Descrição:
Nesse sábado, você vai conhecer o mais novo point da cidade, é a boate 20 e Poucos Anos Club! Finalmente uma boate com um público da sua idade e com o tamanho da sua animação! Lá você vai encontrar gente de todo tipo, com um único propósito: se divertir a noite toda e relembrar o passado da melhor maneira possível: com muuuita animação e alto estilo ao som de Joãozim Pé de Feijão e DJ Gerson Fox! Reúna sua turma e caia nessa nova festa!

Atrações:
Joãozim Pé-De-Feijão
Dj Gerson Fox

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Inquietação com a hora do rush

Podem reparar a maioria dos meus posts é sempre mais perto da 18h do que longe. Não sei como começou, ou se eu posso culpar alguém (talvez possa), só sei que o instante imediato após o pôr do sol me deixa com uma vontade louca de socializar. Talvez porque eu sempre estive na faculdade nesse horário (exceto por esse semestre), talvez porque o alma gêmea não mata mais aula comigo para irmos beber, talvez porque eu quase sempre estou esperando ligações, talvez porque eu seja muito acomodada pra ligar pra metade dos meus contatos, muito insegura para ligar pra 25% deles, muito orgulhosa para ligar para os outros 20% e os demais eu simplesmente nunca quero ligar. Mas acho que o maior de todos os “talvez” é que a perspectiva de que eu só vou sair de casa novamente na manhã seguinte para trabalhar, me apavora! A sensação que eu tenho é que envelheço mais rápido assim.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

É chegado o dia, eis que termina minha saga paulista... Agora começa a saga cearense. De volta pra casa, a saudade se mistura com a ansiedade e com a insegurança. Novos caminhos me esperam e eu não sei nada sobre eles. Só fica a certeza de que irei em frente. Hora de arregaçar as mangas e voltar pra casa.


Esse mês em Sampa foi maravilhoso por 'n' motivos diferentes. Conheci pessoas maravilhosas, convivi com amigos maravilhosos, aprendi muito e iniciei uma nova etapa profissional. Mas além de todas essas coisas, São Paulo me ajudou principalmente no quesito auto-conhecimento. Amante da observação de pessoas que sou, mergulhar num ambiente que tem absolutamente de tudo acabou fazendo com que eu me achasse. É isso mesmo, no meio do mar de gente eu me encontrei. Numa colcha de retalhos, fui analisando as nuances que me formam, o que eu sou, o que quero ser. Voltarei mais determinada pra casa, isso é fato.

E deixei pra abrir o biscoito da sorte do meu último jantar paulista só hoje de manhã. E a frase: "Não contemple o céu do fundo de um poço". Não mesmo! O céu está aqui, na altura do meu horizonte, no fim da minha estrada. Se determinação é a palavra da vez, vou contemplar o céu sempre de cima... da janela de um avião... do topo do mundo... do topo do meu mundo... porque é pra lá que eu vou!

Quem quiser vir comigo, aceito companhias... cabe todo mundo no céu! ;)

"Fly away, skyline pigeon, fly. Toward the dreams you`ve left so very far behind."

 

terça-feira, 23 de junho de 2009

Teoria da panelinha cearense

Eu precisava passar um tempo fora pra poder confirmar minha tese, e eis que ela se confirma diante de meus olhos: a teoria da panelinha cearense.


Afirmo, antes de mais nada, que não é uma visão preconceituosa, é apenas uma constatação de fatos. Não critico e não me isento de culpa, cearense torta que sou, também devo em alguns momentos contribuir com as observações. Digo logo também que não compactuo com visões separatistas-sulistas e que vivo feliz e satisfeita no nordeste, indo e vindo de cima pra baixo, misturando tudo numa cultura pessoal única. No entanto, todo povo tem prós e contras, e isso é fato inegável.

Pois bem, há um tempo já havia notado essa peculiar característica do cearense de viver em panelinhas. Na verdade, comecei a observar esse fenômeno ainda dentro do estado mesmo Entender o que estou querendo dizer é bem simples. Visualize a seguinte situação:

Coloque na mente a lembrança daquele forró que você já foi (não negue, até a pessoa mais cult do Ceará já foi a um forró, por mais que tente esconder a imagem na seção passado-negro-que-merece-ser-esquecido). Enfim, lembre-se desse fatídico dia e reconstitua a cena mentalmente.

Visualize você parado num ponto, com seu copo na mão, observando o movimento. O que você vê? Certamente, um mundarel de vários grupinhos conversando entre si, dançando entre si e um ou outro que se arrisca a tentar juntar uma turma na outra, o que normalmente só acontece quando temos grupos totalmente masculinos próximos a grupos totalmente femininos - esse é o único caso onde pode acontecer uma fusão entre panelinhas distintas.

Essa cena "todo-mundo-junto-mas-cada-um-na-sua" é a típica descrição da festa cearense. No primeiro carnaval que passei nas praias do litoral do estado, pensei: "É carnaval, certamente será diferente, as pessoas interagem mais e brincam todas juntas". Tolice! Em plena praça de Beberibe, um mar de grupinhos conversavam isoladamente, cada um em seu mundo e seu assunto, com seus copos na mão, olhando pros lados vez ou outra, mas sem nenhuma interação consistente.

Fiquei chocada com aquilo. E desde esse dia comecei a formular minha 'Teoria da panelinha'. Mas era preciso uma confirmação fora do estado para afirmar que isso é de fato uma característica do povo da terra de Iracema. E eis que durante minha jornada mensal em São Paulo a confirmação surge.

Como já escrevi aqui no blog, a porcentagem de conterrâneos que conheci aqui na terra da garoa foi fenomenal. Último fim de semana, saí com um grupo típico de cearenses, daqueles que não abandonam as origens. E eis que se repete a cena. Numa mesa imensa, toda made in Ceará, ninguém conversa com uma pessoa que não faça parte da sua panelinha. Não surgem assuntos que não façam parte da sua rotina e não se demonstra interesse pelo diferente ou desconhecido. Cada um na sua rodinha, com seus assuntos de praxe, o mundo exterior ou atividades diferentes não conseguem se infiltrar na conversa. Praticamente uma panela de pressão... bem vedada!

Obviamente, não posso de forma nenhuma generalizar. Conhecei cearenses aqui completamente abertos a conhecer novas coisas e pessoas, que mostram verdadeiro interesse em ampliar a panelinha e sentem prazer com isso. Mas no geral, todos os paulistas que conheci se mostraram mais abertos e interessados em novas pessoas e assuntos.. o que não aconteceu com todos os meus conterrâneos.

É uma pena, Brasil é todo lindo e todo mistura! Antes de ser nordestina sou brasileira, e adoro uma mistura, uma diferença, um acréscimo, um ponto de vista diferente, um mundo novo. Panelinhas são válidas e como disse, não me esquivo da culpa de participar delas. Mas depois de tal constatação, fica aqui registrado meu esforço pessoal futuro de abrir mais vezes a tampa da panela pra deixar o mundo entrar! 

domingo, 21 de junho de 2009

Quando vim pra São Paulo passar um mês estudando, eu sabia o risco que corria. Afinal, vim sozinha pra uma cidade gigantesca onde conheço muito pouca gente! Me coloquei o desafio de conseguir ficar sozinha comigo mesma e ficar bem. E até consegui de certo modo...


Umas das barreiras que me propus a vencer foi arranjar coisas pra fazer sozinha... tentar me desprender das companhias, ser mais autônoma e encontrar coisas que me satisfazem, gerar alegrias e momentos de prazer por conta e iniciativa próprias. A questão é que, durante o dia, eu me viro maravilhosamente bem. Não faltam museus, cinemas, shoppings e coisas para ver, tem arte e cultura por todo lado... passei tardes inteiras fotografando, e voltava pra casa exausta e feliz, mesmo que durante todo o dia não tenha trocado uma palavra com ninguém.

Me contentava plenamente com minha câmera, um café da Starbucks na mão e um sapato confortável... o dia passava brincando. No entanto, o grande problema de São Paulo pra mim foram os fins de semanas. Não foram todas as barreiras de mulher independente que eu consegui superar, confesso. Sem conhecer muita gente, todos têm suas vidas e compromissos... inevitavelmente, e como já sabia que aconteceria, ficava sozinha algumas vezes em noites de sexta e sábados.. coisas que para mim quando em meu habitat natural, são praticamente indício de depressão severa.

Totalmente ciente que isso aconteceria e psicologicamente preparada pra enfrentar o tranco do sábado sem balada, ficar em casa não foi tão sofrido. A madrugada dessa noite, no entanto, em casa conformada com a noite fadada à cama, inventei de ler um texto num site que me deixou meio tristonha: me mostrou que eu falhei!

Minha meta de estar com minha própria companhia por um mês deveria ter se estendido mais um pouco, ido mais além... me faltou um bocadinho de auto-confiança e um tanto de coragem. Dado que este é meu último fim de semana paulista, vou ter que rezar para encontrar uma balada durante a semana pra tentar corrigir meu erro de última hora... antes tarde do que nunca.

Aqui vai o link do texto... vale a pena dar uma conferida:
http://viajeaqui.abril.com.br/blog/125222_comentarios.shtml?7536578

Daqui a pouco tô voltando... e parece que foi ontem que eu arrumei a mala...

terça-feira, 9 de junho de 2009

Shame on you seducing everyone*

Não são os bonitos, nem os intelectuais, tão pouco os "moh limpeza", eu me apaixono pelos criativos!

Músicos, escritores, editores, publicitários, jornalistas, fotografos, arquitetos e quem mais tiver um pé, ou os dois, nas ciências das artes. Adoro uma manifestação de inteligência tangível, however de maneira geral eles possuem os piores egos, ao mesmo temo que possuem um ar de convencidos são incrivelmente carentes de aplausos e desse jeito não há encantamento que dure (e nunca demora muito não). Mas são meu karma, meu calcanhar de Aquiles, um requisito de conquista irrevogável. Ou alguém aí já me viu arrastando asa por algum contador ou advogado? (Alias meu nível de antipatia pelos estudantes de direito é altíssimo).

Portanto aos criativos de plantão eu digo: Vão fundo! (vão fundo, que comigo é bem rasinho).

* The deepest blues are black - Foo Fighters

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Frase do dia em Sampa City:


"Corte o cabelo não... você é filha de Iemanjá e tem uma proteção espiritual linda!"

Um cara na rua me parou só pra me dizer isso com um sorriso no rosto e saiu...

Oxalá! Quem saiu com um sorriso no rosto fui eu!

Pessoas queridas do meu Brasil, aqui em Sampa o frio tá de lascar! Nunca pensei que fosse sentir falta do calor dos infernos de Fortal... pelo amordi!


Mas fora o frio do cão, aqui estou ainda em estado de graça. São Paulo é uma loucura deliciosa! Tomar cerveja sem precisar guardar a garrafa num isopor e ela continuar geladinha... não tem preço, só perde pra cerveja véu de noiva no parapeito da janela em Buenos Aires.. Rárará!

E Sampa tem outra mais emocionante que em Fortal: aqui tem muita gente bonita - prontofalei! Meninas queridas, andar na Av. Paulista e ver homens lindos de terno e gravata andando de um lado para o outro na rua em plena luz do dia sem nem precisar ser data comemorativa é fenomenal! É porque em Fortal, mais de três homens de terno juntos ou é no fórum ou é casamento! Rárará! E nem sempre dão muito gosto de se ver! Prontofaleidenovo!

Mas uma coisa curiosa aqui de Sampa é que se eu analisar a porcentagem, a maior parte das pessoas que me foram apresentadas são cearenses! Realmente estou começando a acreditar na teoria de dominação global cearense de um email que recebi tempos atrás! O IEI vai dominar o mundo! Ieeeeeei!!! Vai ser o grito de guerra!

No mais, vou cuidar da vida que não tô aqui de flosô! Vou ali acumular todas as memórias visuais e experiências que a grande São Paulo tem pra me oferecer! Voltarei para este humilde blog em breve, porque por aqui com certeza, assunto não vai faltar!

quarta-feira, 3 de junho de 2009

início de vida nova...

Pra uma nordestina acostuma com um sol de 40° todo dia na moleira, até que estou me saindo bem no frio de menos de 10° de São Paulo.

Para os menos chegados ou os mais desinformados, é isso mesmo: esta humilde pessoa que vos escreve está toda besta em São Paulo por um mês. Batendo perna loucamente, abismada vendo de perto os prédios que estudei na facu e as tão famosas ruas que as pessoas cantam e contam por aí. São Paulo é fria, um tanto cinza, bastante turbulenta... mas é simplesmnete esplendida! Aqui definitivamente o mundo acontece.. e você precisa correr para não ficar pra trás.

Dias de tédio em Fortaleza são bem comuns... aqui só tem tédio quem quer. Minha lista "coisas-pra-fazer-lugares-pra-ir" ao invés de diminuir só aumenta a cada dia que passa. Museus, teatros, cinemas, shoppings, parques, compras... um mês definitivamente não ser muito tempo!

No entanto, não estou aqui de férias, então a cabeça não fervilha somente com a dúvida sobre qual passeio fazer a seguir. Na verdade, a inquietação da pergunta "o que virá depois" é milhões de vezes maior que a correria pra conhecer a maior cidade do país em apenas um mês. Vir pra Sampa pra mim não está sendo só conhecer um lugar novo... dessa vez há todo um desafio pessoal, de mudança de comportamento, de atitude, de correr atrás de novas coisas e construir novas oportunidades. Passada a euforia do desembarque na minha nova e provisória morada, é hora de esfriar o animo e investir no crescimento pessoal e profissional... vida nova tá começando agora, e só Deus sabe o que me reserva...

Muita coisa ficou pra trás quando entrei no avião sexta-feira passada, deixei muitos fantasmas, muitas promessas vazias, muitas expectativas frustradas... Enchi a mala de sonhos e esperanças e embarquei, torcendo para que muitas mudanças estejam me esperando na volta pra casa!

quarta-feira, 27 de maio de 2009

¬¬


"Eu pedi para o sol se esconder um pouquinho
Pedi pra chover, mas chover de mansinho..."

terça-feira, 26 de maio de 2009

Quero um amigo desempregado

Acho que um grande causador de hiatos nas amizades é o trabalho. Especialmente naquelas que algum dia você silenciosamente desejou que durasse pra sempre. É como uma bolinha de guerra de papel, é só uma questão de quem vai começar primeiro. Quando é seu amigo, ele vai viver cansado e sem ânimo. Até que finalmente ele se acostuma com o ritmo, te chama pra sair, só que não quer mais fazer suas tradicionais programações de estudante. Aí ele arranja uns amigos de renda melhor e você toma no olho do cu. Até que você finalmente arranja um trampo também, vive cansado, não tem mais paciência pras suas companhias lisas, e se lembra de ligar praquele broder. Vocês vão prum bar, senta você, seu chaparaus na sua frente, e entre os dois pousa na mesa o HIATO em caps lock, arial black, tamanho 72. Foda. E então vocês voltam a deixar de sair, e no fim das contas acaba cada um achando que "a gente nem era tão amigo assim".

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Mantra do dia: esse blog não é meu; é nosso.

Email que recebi essa semana:

"Nunca ninguém explicou tão bem!

'HOMEM TEM QUE SER TRATADO IGUAL CABELO!'

Num dia a gente prende, no outro solta, num dia a gente alisa, no outro enrola, dá uma cortada quando precisa, numa semana a gente amacia, na outra é só jogar de lado e ele fica ótimo!

Fala a verdade...
Cabelo dá trabalho... Mas a mulher consegue viver careca?"


Só pra dar uma descontraída nesses enfadonhos dias de chuva!

domingo, 24 de maio de 2009

Stuck in the moment

No começo estava muito insegura e foi preciso muita ponderação, conselho e opiniões para que eu tomasse a decisão de correr alguns riscos, mas de uns tempos pra cá tem sido contagem regressiva pra ver as mudanças se materializarem na minha frente...

Há uns bons fins-de-semana que já não tenho vontade de sair à noite. Lembro dos lugares que tenho pra ir e é tudo igual: as mesmas pessoas, as mesmas músicas, as mesmas conversas, as mesmas atitudes. E você vai se apagando um pouquinho cada dia tentando se encaixar num modelo que não tem nada da sua personalidade, só pra tentar não parece tão estranha no ninho.. mas isso uma hora cansa, ou entristece.

De repente é como se o sapato não coubesse mais no seu pé e você precissasse comprar um tamanho maior. É exatamente essa a sensação que eu tenho sentido: a de dedo do pé em um sapato apertado, desejando rasgar todas as costuras e ver o que há do lado de fora, respirar o ar arejado, sair da escuridão e ver gente, e ver o mundo. Sensação claustrofóbica que dá uma necessidade de romper fronteiras e enfrentar desafios, de liberdade... É quando se sente que você simplesmente não cabe mais ali.

De repente tudo virou filme preto-e-branco.... estou indo atrás da minha caixa de aquarela...

terça-feira, 19 de maio de 2009

Dias estranhos... absurdamente intensos e estranhos...

Porque tem épocas que as coisas acontecem tão ao-mesmo-tempo que você não consegue nem distinguir o que realmente está sentindo... como quando a quantidade de informação que a gente tenta absorver é maior do que nossa capacidade mental e por causa disso simplesmente liga no automático e passa a não sentir mais nada... não ri nem chora.

Parece complexo, mas acredito que a melhor explicação para o momento conturbado atual é "muita informação de uma vez só"... De repente tudo acontece e tudo é incerto. De repente você pode ter tudo e nada. De um dia para o outro um lado da sua vida está promissor, excitante e inesperado, enquanto o outro está complicado e tenso. E as duas coisas se misturam de um jeito que já não sabemos mais distinguir os sentimentos... ou simplesmente não sentimos mais...

Nessas horas tentamos ligar para os amigos, mas nem sabemos o que falar: queremos dizer tudo sem ter que dizer uma só palavra. É quando a gente nem sabe mais se ama ou odeia, se é apaixonada ou se está só carente, se os sentimentos são verdadeiros ou se é tudo ilusão, numa incapacidade de distinguir entre certo e errado, sóbrio e inconsequente.

Excesso de razão ou cegueira do coração, só resta pedir a Deus que coloque as palavras certas na nossa boca e as atitudes corretas no inconsciente... Agindo pela inércia consciente da (in)capacidade de ter consciência, sabedoria, discernimento ou coisa que o valha.

domingo, 17 de maio de 2009

Hoje mais uma amiga casa e mais uma vai embora.
Sinceramente, não sei se fico feliz ou se fico triste. Sei que um pedaço de mim volta para longe, volta para Avaré. Aquela cidade pacata, inofensiva, mas que abriga uma parte do meu amor, do meu coração.
Em 16 de Janeiro de 1998 senti a mesma sensação que sinto hoje. Mas somente nessa data.

sábado, 9 de maio de 2009

I have faith in...

Podem até dizer que é o ópio do povo, mas ter fé - no quer que seja - é fundamental. Para duas coisas: não desmoronar com as insanidades e incompreensões da vida, e para não ter uma vida vazia e superficial (porque só sendo vazia e superficial para não se abater com alguns percalços que a vida sempre traz).

Jogue a primeira pedra quem, na hora do vamos-ver, não se agarrou ao quer que seja. E pare para pensar um pouco mais: a boa e imortal esperança, também não é pouco de fé? Todos têm alguma esperança dentro de si com relação a pelo menos um fator particular de sua vida, ou ao alcance de um objetivo qualquer. E se esperança é acreditar em algo que não temos certeza, então isso também não seria uma forma de fé?

A questão é que não, de forma nenhuma sou adepta de crença incondicional e cega, ou de qualquer tipo de fanatismo. Nunca fui muito fã dos "inexplicáveis". Minha insipiente fé é regada a toda uma sabatina de perguntas e a fé age diretamente nas respostas. Explico: pensar nos porquês da vida gera, incondicionalmente, uma série de dúvidas. E as respostas que encontramos para elas não são o que acreditamos se encaixar em cada caso, mesmo sem ter certeza absoluta daquilo? E isso não parece com esperança? E esperança também não é um tipo de fé?

Minha natureza amante de ciências e matemáticas se agarrou com unhas e dentes a essa fé-questionadora, pseudo-consciente. Certamente nem de longe sou dona da razão, mas minha fé me faz crer piamente nos conceitos e respostas que ela me proporciona... e me pergunto se conseguiria aguentar sem a certeza-incerta que isso me proporciona.

Tentar explicar os porquês da vida é complicado. Eu acredito nas respostas que me parecem mais lógicas e que me dão conforto e tomo aquilo como verdade pra mim, mesmo que bem lá no fundo eu saiba que pode ser tudo bem diferente daquilo em que eu acredito.

A questão no entanto, é se valeria a pena ser diferente. Uma das coisas que eu prezo pra mim é paz de espírito. E pra isso, queridos, muitas vezes só fé resolve.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

pessoas. pessoas que somem. pessoas que furam. pessoas que irritam. pessoas que esquecem. pessoas que evitam. pessoas que não ligam. pessoas que não atendem. pessoas que fazem estragos. pessoas que abandonam. pessoas que chateiam. pessoas que foram embora. pessoas que estão indo. pessoas que mudam. pessoas estranhas. pessoas confusas. pessoas que confudem. pessoas que assustam. pessoas mensais. pessoas sacanas canalhas e filhas da puta. pessoas que semeiam a discórdia. pessoas desprovidas de conveniência. pessoas que pisam na bola. pessoas que desagradam. pessoas que estressam. pessoas que deprimem. pessoas que pessoam. pessoas da minha vida. pessoas.

(escrevi há pelo menos 3 anos atrás e não precisei mudar um 'ai' pra posta-lo hoje)

domingo, 3 de maio de 2009

Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa:
- ‘Ah, terminei o namoro… ‘
- ‘Nossa, quanto tempo?’
- ‘Cinco anos… Mas não deu certo… Acabou’
- É, não deu…?
Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.
E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.
Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro.
E não temos esta coisa completa.
Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.
Tudo nós não temos.
Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro.
Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.
E as vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona…
Acho que o beijo é importante…e se o beijo bate…se joga…senão bate…mais um Martini, por favor…e vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.
O outro tem o direito de não te querer.
Não lute, não ligue, não dê pití.
Se a pessoa tá com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.
Nada de drama.
Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família?
O legal é alguém que está com você por você.
E vice versa.
Não fique com alguém por dó também.
Ou por medo da solidão.
Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.
E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro.
Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
Gostar dói.
Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.
Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo.
E nem sempre as coisas saem como você quer…
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.
Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.
Na vida e no amor, não temos garantias.
E nem todo sexo bom é para namorar.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.
Nem todo beijo é para romancear.
Nem todo sexo bom é para descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar.
Enfim… Quem disse que ser adulto é fácil?

(Arnaldo Jabor)

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Se eu ganhasse um centavo para cada vez que meu lápis batucou no texto do Mintzberg essa manhã certamente não iria parecer final de mês.

Minhas inquietações e devaneios que já foram tão facilmente controlados com 20mg de ansiolítico, estão agravados pelas noites de insônia, copos de capuccino, ócio corporativo e uma imagem mental (e vontade) romântica que me assombra há quase uma semana.

A de passar uma manhã de domingo numa cama de casal conversando amenidades, enquanto assisto TV e como besteira na companhia de um recém-conhecido e descubro que ele também adora aquele desenho que eu já começava a desconfiar ser fruto da minha imaginação por ser a única a se lembrar dele. Ou então entrar numa discussão sobre como Rayman and the Raving Rabbids é ótimo apesar da jogabilidade desenvolvida para dodois, que Spore não passa de um tamagochi personalizado e ouvir ele se indignar por eu nunca ter jogado Cave Story. Ou ainda um intercâmbio dos nossos vídeos preferidos do you tube, livros do Nick Hornby e tirinhas do Calvin.

Vejam bem, não é vontade de namoro, nem de sexo, talvez de intimidade, mas acho que o termo mais apropriado seria "carência por afinidade" (e olha que eu já tenho um alma gêmea, um Livoca de cuecas, mas as chances dele passar uma manhã de domingo em casa vendo TV são zero, então eu preciso encontrar um número 2).

E nem seria pra compromisso, era só pra conhecer mesmo, saber que ele existe e que faz parte o meu círculo social e que estaria ao meu alcance caso algum dia eu destrua meu bloqueio emocional.

Pois pois, é essa ansiedade e expectativa idiota de ter afinidade com alguém que me mata, quebra as pontas do meu lápis e rabisca o texto do Mintzberg

sábado, 25 de abril de 2009

Um pouquinho de debate saudável...

Comentário da Livoca sobre o penultimo post deste humilde blog, "Miss Independent.. put your hands up! "... Como eu amo polêmica, prolonguemos um pouquinho mais o assunto. Esse comentário merece um novo post:

" O problema eh que tem tanta gente querendo ter atitude que acabam ficando todas iguais, apesar de se acharem a unica "Indie-alternativa-mother-fucker-rocker-criadora-de-tendencias-popstar-de-fotolog" da cidade! (Livoca)"

Adorei! Popstar de fotolog é ótimo!!! Ow mundinho vazio o dessas falsas-atitudes... Eu concordo com você.

Porque, caras amigas bem-sucedidas, fico pensando... Será que essas falsas atitudes conseguem enganar alguém? Alguém realmente inteligente?

Sempre penso que alto-conhecimento gera um tipo de personalidade e de energia tão única que seria impossivel acharmos igual em outra pessoa... É esse tipo de energia que assusta...

São os super-poderes! ;)

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Notas mentais de tópicos para abordar com minha faxineira

1. Esconder meus chinelos não está no seu plano de funções

2. Ventiladores não plugam de volta na tomada sozinhos

3. Eu não tenho barba pra você guardar minha Gillete Mach 3 na pia, deixa ela no boxe, quietinha lá onde você achou

4. Não, meu quarto não é posto de saúde pra você ficar pegando as camisinhas que estão na gaveta do meu criado mudo!

(No mais ela até que lida com minha bagunça muito bem. Eu é que sou uma dona de casa rabugenta mesmo)

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Miss Independent.. put your hands up!

"...Ooh, there's something about her
Kind woman that can do it for herself
I look at her and it makes me proud
There's something about her
There something, ooh, so sexy
About the kinda women that don't even need my help
She says she got it, she got it, no doubt
There's something about her
Cause' she work like the boss
Play like the boss
Car and a crib she about to pay em both off
And her bills are paid on time
She made for a boss
Soley a boss
Anything less
She's telling them to get lost
That's the girl that's on my mind
She got her own thing
That's why I love her
Miss independent
Won't you come and, spend a little time
She got her own thing
That's why I love her
Miss independent
Ooh the way you shine
Miss independent..."

Agora diga, se um homem que valoriza esse tipo de atitude feminina não merece aplausos?! Esses dias conversando no trabalho, alguém me disse "ah, e você tem esse jeito de mulher independente"... UAU! Deu até orgulho!

Afirmando de novo que ando longe das lutas feministas tradicionais, minha busca é por independência e maturidade psicológica, num nome bonito pra disfarçar a antiga causa do aprimoramento do amor-próprio.

Amigo meu fez um comentário esses dias reiterando um pouco o reflexo disso tudo: "mulher de verdade é assim, inteligente e com atitude". UAU de novo! E palmas para esse cidadão ímpar que conseguiu desvendar um dos mistérios da fé. Fiquei pensando nisso essa semana... Acho que atitude e personalidade no fundo assustam um bocadinho o sexo masculino...

Mas quer saber, porque não encarar as coisas que nem no reino animal? Medo é modo eficaz de seleção natural: Se não vai encarar, então dança. Só assim eu fico bem tranquila, curtindo minha paz enquanto a lei de Darwin faz a sua parte.

"All the women who are independent, throw your hands up at me" \o/\o/

Tô meio rebelde hoje... deve ser a falta do colírio do Simão...

domingo, 19 de abril de 2009

Idade nova, vida nova...

Esse ano meu presente de aniversário de mim pra mim mesma foi algo nem tanto material, e sim mais "psicológico" eu diria... uma mudança radical no visual.

Olhando a frase limpa e seca, pode soar como uma futilidade absurda... mas pra mim o impacto teve algo muito além da aparência física... foi uma afirmação de mudança de atitude, por assim dizer.

Ontem me disseram que o ano estava começando pra mim, que ele só começa pra pessoa no dia de seu aniversário. Então muito bem, ontem foi o dia 1 do ano 24... e a ida ao salão foi a resolução de fim de ano.

Forma prática de olhar no espelho e não esquecer tudo que eu passei e a pessoa que me tornei.. ou a que venho construindo pra me tornar.

O mais engraçado disso tudo foi que, sentada na cadeira do cabeleireiro, eu tentava olhar no espelho e me acostumar com a nova cara... cheguei em casa, me arrumei, saí... e ainda me olhava atravessado, pensando se aquilo tinha sido uma boa idéia, se eu iria me acostumar com aquilo... o bom e velho medo de encarar mudanças, na insistente tendência ao conservadorismo como disse meu sábio amigo no msn citado no post anterior.

Pra minha supresa, todos que me viram disseram que eu já devia ter feito isso a muito tempo e me deram total apoio. Sensação de segurança maior não poderia existir... pra mudar o visual, pra mudar de atitude, pra mudar de energia... E eu nunca pensei que uma simples tesoura fosse capaz de refletir tanto em uma vida...

Idade nova, cabelo novo, vida nova!

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Interessante...

Sete coisas que me fazem sorrir:

1. Two and a half men;
2. Seth Cohen;
3. A Isabel, o Kertch e a Lívia nos momentos de inspiração;
4. ouvir samba ou Waldick Soriano beeeeem alto;
5. quando compro alguma coisa pela Internet e a caixa chega;
6. receber meu salário;
7. gostar de uma roupa e caber dentro dela.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Palavras amigas em momentos oportunos...

Engraçado umas coisas que acontecem...

Quando da conversa mais sem propósito você escuta as melhores coisas, como se a vida desse sempre um jeito de lhe levar as palavras que você precisa ouvir...

Msn ligado, mal de solteiras como já discutimos neste estimado blog antes... grande amigo, mas daqueles que você só fala de vez em quando e que uma vez perdida puxa assunto no messenger só pra dar um alô. Hoje foi dia de um desses queridos fazer contato. Conversa rápida, que foi direto na ferida.

Em meio à perguntas rotineiras de "como vão as coisas" e de breves e resumidíssimos desabafos, aqueles que são amigos de verdade parecem ler sua mente em poucos segundos.

"Depois que a barraca cai, tudo se acerta. A gente que tende a ser conservador. Quando a gente bota abaixo uma coisa... existem agora infinitas possibilidades".

Impressionante... quando tudo que a gente intimamente pede consegue ser dito pra você em uma frase, de um jeito que só você entende e que pras outras pessoas não faz nenhum sentido.

Sábias palavras... fizeram todo o sentido do mundo pra mim.

domingo, 12 de abril de 2009

Não tem sensação melhor do que sentar numa mesa de bar, com seus velhos amigos e perceber que nada, absolutamente nada, mudou.
Passe o tempo que passar, tudo entre nós continua do mesmo jeito.
Isso é lindo.

sábado, 11 de abril de 2009

Ser nova ou não ser, eis a questão...

Há algum tempo que venho alimentando a idéia de buscar um refúgio, popularmente chamado de apartamento, pra ir mobiliando aos poucos, dormir lá às vezes, ou simplesmente alugar e deixar lá. Com a idéia já bastante amadurecida, achei que já dava p/ contar pra minha mãe... e acabei ouvindo a melhor coisa dos últimos tempos: "você é muito nova pra isso, não acha?".
Meu Deus! Até que enfim alguém sensato! Sim, eu sou muito nova pra isso e prum monte de outras coisas, mas o resto do mundo - normalmente - parece que não pensa assim. Dia desses meu chefe me perguntou se eu tava ficando "moça-velha". Ok. Quem é do interior, vai entender a colocação dele. Encontrei um ex-ficante (bleeeeeeergh... não achei outra denominação) de quando eu estava no auge dos meus 16 anos e a primeira pergunta dele foi: "e aí? já casou, já tem filho?". Por que será que as pessoas cobram tanto isso da gente?
Pode até ser imaturidade minha achar que não chegou a hora de assumir responsabilidades domésticas, mas é que não tem nada melhor do que sair de casa deixando uma bagunça e, ao voltar, encontrar tudo arrumado. Não tem nada melhor do que dizer "mãe, tô com fome e não tem nada na geladeira" e ela se vira pra te alimentar.

Será que eu tô ficando obsoleta ou o resto do mundo é muito precoce?

sexta-feira, 10 de abril de 2009

7° Arte

Ele não está tão afim de você: É filme de mulherzinha? É sim, admito! Mas é óoootimo!!!

Eu que nem em meu mais alto grau de paixão e romantismo sou fã de comédia romântica, assino embaixo. Muito legal o filme. E o mais impressionante, dá pra dar boas risadas!

O mais "inspirador" do filme, por assim dizer, é a total veracidade das histórias e personalidades dos personagens do romance. Impossível não se identificar e ver um pouco de si mesma (ou pelo menos um momento seu de fraqueza ou de coragem) em cada uma das 5 histórias paralelas. E certamente se não viveu pessoalmente alguma delas, é íntima de alguém que se identifica com aquilo por você.

Filme leve, divertido, mas que para agradar aquelas mentes pensantes que deliram com uma "terapia de grupo" após cada sessão de cinema discutindo a psicologia por trás de cada cena, tem muito "pano pra manga".

Maneira levinha e bem-humorada de pensar em coisas sérias. Vá ao cinema, mas leve umas amigas... porque você vai sair da sala se coçando pra comentar tudo!

domingo, 5 de abril de 2009

Dias meio atípicos os dessas últimas semanas... intensos e ao mesmo tempo tranquilos... digamos que muitas coisas mudaram sem que nada de fato mudasse, porque foram mudanças de pontos de vista... mudança de pensamentos que, tomara, mudarão rotinas em breve. Foram os dias das resoluções precedendo os dias de mão na massa...

Digo também que foram tranquilos no meio de um turbilhão de ansiedades porque mudei de foco ultimamente. Algumas coisas que eu considerava importantes têm ficado meio em segundo plano em detrimento de objetivos maiores. Fazendo economias, diminuindo pequenos prazeres, me contentando com menos pra conseguir mais. O engraçado é que isso não soa como privação quando temos claro objetivo em nossa mente. As coisas simplesmente perdem um pouco da importância.. e nem doi tanto.

Se inferno astral existe, o meu já está quase acabando. Faltando pouco menos que 15 dias para a comemoração do meu natalício, esse aniversário mais do que nunca tem cheiro de "ano novo, vida nova". Áries é o primeiro signo do zodíaco e, astrologicamente, é aqui que o ano inicia, deixando a sensação de "novo começo" ainda mais real. Pior é que parece que foi ontem meu último aniversário. O tempo passa cada vez mais rápido e nós fazemos cada vez menos coisas realmente importantes... isso me dá uma certa angústia, e acho que muito do que tem mudado nesse último mês é reflexo dessa inquietação. "O tempo tá passando"... cada vez mais perto do "é agora ou nunca"...

E isso fica se repetindo na minha cabeça todos os dias, enquanto continuo pedindo coragem pra arregaçar as mangas em minhas orações noturnas...

segunda-feira, 30 de março de 2009

Semana passada cheguei ao cúmulo do stress, em termos de saúde. Depois de acordar duas noites seguidas (uma pensando em fornecedores e outra pensando em cheques de clientes devolvidos), tive uma alteração de pressão por 3 dias seguidos. Resolvi mudar algumas coisas, alguns hábitos errados... retomei uma dieta pra tentar perder os tais 15 kgs de herança e - não satisfeita - domingo resolvi ir a uma igreja. Fiquei pensando, pensando e decidi que não iria à uma igreja católica. Saí de casa e em plena Washington Soares lembrei-me da Videira. Fui até lá, sentei lá atrás, coloquei meus óculos e fiquei atentamente ouvindo as palavras do Pastor. Juro que até o momento que me sentei não sabia se a Videira era uma igreja evangélica ou se era uma ramificação da católica, mas quando aquele homem se auto-intitulou de Pastor, minha pergunta foi respondida. Passados 5 minutos, o Pastor começa a falar "ninguém pode pensar que a vida é só trabalho. Vocês não podem abrir mão dos seus sábados e domingos e esquecer o lazer, a família para serem infelizes." Depois começou a dar seu testemunho sobre excesso de trabalho e eu, que tinha que ir embora às 20 hrs, furei meu compromisso e fiquei lá até o final.
Mas como aquele homem sabia da minha angústia, eu não sei.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Sinais de vida nova II

E os sinais chegam por todas as partes, como se o mundo conspirasse...

Pra quem não acredita em acaso, não restariam dúvidas. Mas pra quem tem que acordar e dar uma sacolejada ouvindo um "acorda pra cuspir", mensagens precisam vir das formas mais inusitadas, bem à la Teoria da Conspiração mesmo... que é pra não deixar dúvidas e acabar com a insegurança...

Certo livro chega às minhas mãos pela pessoa mais improvável. E o vento da noite chuvosa sussurra "vai... vai ser feliz..."

"Sempre que houver alternativas, tenha cuidado. Não opte pelo conveniente, pelo confortável, pelo respeitável, pelo socialmente aceitável, pelo honroso. Opte por aquilo que faz o seu coração vibrar. Opte pelo que gostaria de fazer, apesar de todas as consequências". OSHO

domingo, 15 de março de 2009

Sinais de vida nova...

Não faça do hábito um estilo de vida. Ame a novidade. Tente o novo todo dia.
O novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo jeito, o novo prazer, o novo amor.
Busque novos amigos, tente novos amores. Faça novas relações.
Experimente a gostosura da surpresa.
Troque esse monte de medo por um pouco de vida.
Ame muito, cada vez mais, e de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de malas, de atitude. Mude. Dê uma chance ao inesperado. Mude. Você conhecerá coisas melhores e coisas piores do que as já conhecidas, mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia.

Dessa forma, apenas dessa forma - você viverá. - Só o que está morto não muda!

(Edson Marques.)

segunda-feira, 9 de março de 2009

Titãs

Eu vivo mudando de opinião
Teias de aranha habitam meu coração,
Pessoas tão honestas vagando pelas ruas
Me fazem lembrar que eu não passo de um canalha
Eu não presto
Eu não presto
Eu não presto
Eu não presto

Eu não presto
Eu não presto
Eu não presto
Eu não presto

Eu já tentei de tudo
Pra me modificar
Os vícios eu larguei
Até Deus fui procurar
Mas num mundo tão sincero
Não há lugar pra mim
Todos dizem a verdade
Só eu sou falso assim
Eu não presto
Eu não presto
Eu não presto
Eu não presto

domingo, 8 de março de 2009

Devaneios tolos...

Impregnation high society, como bem costuma dizer minha amiga Bela Magnólia, é a melhor expressão para definir o que acordei sentindo hoje nesse domingo nublado.

Traduzindo para o português nossa gíria-interna-dialeto-do-gueto, digamos que acordei de saco cheio. Aí para completar, ligo a tv e o canal musical apresenta uma sequencia inteira de clipes com letras e histórias sobre viagens, "seja livre", "o tempo é curto" e "open up your mind".... aí lasca!

Incentivo desleal a arrumar a primeira mochila que encontrar na minha frente e me jogar na estrada. Foi exatamente o que acordei com vontade de fazer. Parafraseando Lenine, com a audácia de alterar um pouco a letra, "o mundo me chama, eu tenho que ir pra rua"...

Mas ser pessoa responsável também tem seu lado ruim. Profissão, trabalho, família... Daí a gente coloca o pé no chão e acaba o devaneio... Amanhã é segunda e o dever me chama.

No fim das contas, é difícil analisar se isso é bom ou ruim. Na verdade, cada uma dessas posturas tem seu encanto e sua dor. Não se pode viver de aventura e brisa, mas adquirir condições pra poder fazer essas loucuras acaba te impedindo de fazê-las, numa contradição sarcástica em forma de ciclo vicioso.

Aí ficam os devaneios em domingos nublados... deixando águas na boca e sonhos na cabeça, enquanto a gente tenta encontrar o que realmente vale a pena nas nossas vidas...

"Há meros devaneios tolos, a me torturar"

terça-feira, 3 de março de 2009

15 kgs de herança.

That's it.

Descobertas de mim mesma...

Acabou-se a folia, agora todo mundo caindo na vida real. É só depois do carnaval que a gente começa a pensar em todos os planos que foram feitos pro ano na noite de reveillon... Nessa época, tem gente que desespera, tem gente que se revolta com o mundo e entra em crise existencial, tem gente que dá guinada na vida e tem gente que simplesmente vai levando sem se preocupar. Independente da postura adotada, a ficha cai pra todo mundo: chega de clima de férias!

Fiz vários planos para esse ano: alguns pequenos, outros que acarretarão grandes mudanças. Mas parando ontem pra pensar na velha questão "o que vou fazer da minha vida", consegui encontrar um ponto em comum em todas as metas que me coloquei: a novidade!

Porque novidade foi o que me faltou durante todos os últimos cinco ou seis anos. Novidade é o que me encanta, e tudo que é novo e desconhecido, ou que tem a possibilidade de se reinventar e se mostrar diferente a cada momento é que realmente me atrai. E engraçado é que parando pra analisar mais profundamente, a surpresa da descoberta é fator comum de todas as minhas paixões, sejam elas profissionais, espirituais, sentimentais...

Acho que um dos maiores avanços no meu processo de auto-conhecimento-terapia-barata-de-mim-mesma foi enxergar nas coisas que me rodeiam o que realmente me encanta e o que me desagrada. E quando começa a me faltar o inesperado e tudo se torna conhecido, vem a velha "impregnação"... E babo olhando fotos de lugares que nunca fui e de coisas que nunca fiz.

Acho que muito da minha paixão pela arte vem do gosto pela descoberta, da curiosidade séria e ao mesmo tempo efêmera - na medida - de querer entender mas sem passar o resto da vida decifrando o mesmo código. O que me apaixona na fotografia é olhar uma imagem e ver rapidamente mil interpretações. O que me encanta na arquitetura é poder virar uma esquina ou entrar em um corredor e dar de cara com algo totalmente inesperado. É ver um filme e me supreender com a tomada diferente, com o ângulo cavado de onde menos se espera, que te faz enxergar tudo de outra forma.

Surpresa, surpresa, surpresa. Tudo que me encanta tem o fator surpresa. Até com pessoas. Quanto mais me surpreendem com coisas e atitudes que me causam admiração, maior é a minha afeição. De ontem pra hoje caiu a ficha na minha cabeça: é essa sensação que me deixa realizada.

Aí nasce o problema seguinte, e o que parecia ter sido a descoberta da solução dos meus dilemas na verdade se mostra o início da próxima charada, ainda mais difícil: como eu vou buscar objetivos que não sei ao certo o que são? Como se conquista surpresas? Novidades não são, por etmologia da palavra, coisas que não se sabe ainda ao certo o que são? Aí a vida fica complicada, buscando momentos que ainda vou saber o que significarão.

No fim das contas, isso tudo não importa muito. Vou seguindo estradas e virando esquinas na esperança de me surpreender todas as vezes. Descobrindo coisas, amontoando memórias e escrevendo estórias de cada novidade que cruzar o meu caminho...

E isso com certeza soa como felicidade aos meus ouvidos...

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Alalaô, ilêaiê.... o oba-oba chegou e passei para me despedir. O trem da alegria está passando na minha porta pra me buscar. Vou-me, e sem nenhum pesar, tenho que dizer.

Offline lendo destinos por aí durante 5 dias... portanto, não me procurem! Eu é que quero achar! ;)

Inté, se sobrevivermos!

Juízo pra todos (ou pelos a intenção de tê-lo).

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Semana de cão.. totalmente... e que pra variar sempre coincide com aqueles dias em que você precisa aproveitar cada segundo útil pra resolver algo urgente... não dá nem pra emburrar e curtir o estresse...

Carnaval chegou... e eu ainda não coloquei nem uma meia dentro da mala... estou sentindo que vai sobrar tudo pro dia da viagem.. será que essa loucura também faz parte da folia? Será que arrumar a mala na carreira e só descobrir que esqueceu o que era simplesmente inesquecível também faz parte da adrenalina do período de reinado do Rei Momo?

Certo é que quando o Momo está no poder, qualquer incoveniente fica leve e é levado na piada. Não há nada que tire o humor nesses dias, perdemos coisas, machucam nossos calos, banhos de cerveja... mas tudo bem, é carnaval... pode se acabar o mundo. Acho que, no fim das contas, todo dia deveria ter um quê de carnaval. Com certeza nos estressariámos menos.

Mas se o melhor da festa é esperar por ela, então eu engulo todos os sapos e incovenientes da semana e poupo energias pra folia. Não dizem que depois da tempestade sempre vem a bonança? Então aguardem, porque se for assim mesmo, meu carnaval vai bombaaaaaaar!

Só digo uma única coisa: Iei!

E tenho dito!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009


Paulicéia desvairada, estou voltando... ansiosa e mais cheia de desejos do que nunca, cansada desse turbilhão de escolhas, dessa correria que me impede de ligar para as pessoas, de sacar dinheiro. Nunca valorizei tanto o tempo como agora. E preciso sair de órbita URGENTE por uns dias, porque a loucura anda batendo à minha porta.
Vou para os braços da amizade, de pessoas que gostam de mim assim... desbocada, verdadeira, um pouco incoveniente, mas feliz, leal e atenciosa. Não é hora de ficar me lamentando pelos - inúmeros - defeitos, mas sim de enaltecer minhas poucas virtudes, porque só assim passa essa melancolia típica de domingo e aí a loucura da segunda me invade, me faz esquecer e continuo nesse meu ciclo vicioso.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Dia desses encontrei a minha mais nova boate preferida, só com as músicas que eu me realizo dançando. Estava numa felicidade só e quando eu estou bem assim, aproveito para esbanjar a minha pouca prática de mulher-moderna-independente... hehehe!

Fato é que dispensar paqueras que não lhe parecem interessantes dando horrores de risadas, recusar aquele velho chato e enxerido que insiste em querer pagar suas bebidas dizendo que você mesma vai pagar, e ainda dançar sua música preferida rindo muito de tudo isso... BOM DEMAAAIS!!!

Ficarei freguesa do lugar, certamente!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

20 dias para o começo oficial de 2009... Afinal, 1° de janeiro é balela: quem discute que o ano no Brasil só começa depois do Carnaval?

Acho que esse ano vou me fantasiar de cigana e sair lendo a mão alheia... quem sabe eu não acerto o destino de alguém e não cosigo uns trocados com minhas filosofias de meia-tigela? Pra alguma coisa esse blog tem que servir não é?!

Tá chegando a hora do alálaô... comprarei meu estoque de confetes e serpentinas enquanto consigo uma dose extra do colírio do Simão...

A partir de hoje, contando 20 de trás pra frente... E aí, vai ser salve-se quem puder... Iei!

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Aderi à esse tal de Orkut em 2003 e sem nem saber o que era exatamente. Só entrei porque alguém me convidou (Freud ou Sellaro, não sei...) e fui por curiosidade. Mais ou menos como fiz com o Twitter há alguns dias. E passados 6 anos, esta é a primeira vez que coloco "solteira" no meu estado civil. Não por estar com raiva e nem por nada passageiro, mas porque - de fato - estou e quero ficar sozinha.
É a primeira vez que não sinto vontade de ir pro Forró no Sítio ou pro Kangalha ou o raio que o parta. A minha vontade é de ler, ver um filme sozinha e poder dormir na metade sem ninguém se queixar disso... a minha vontade é de viajar, é de jogar tudo prá cima e tentar ser au pair, ou qualquer outra coisa numa terra desconhecida, numa cultura diferente.
E não posso desistir nem abortar essas idéias. Porque é sério... é agora ou nunca.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Querer não querer...

Não basta não fazer, tem que querer não fazer.

É o querer fazer ou não fazer algo que nos mostra a força que temos. É decidir que além de não fazer, você também não vai mais querer fazer. Se livrar de amores passados, mágoas, sentimentos frustrados ou indecisões amorosas é como tratar-se contra a dependência química: tem que querer estar livre daquilo que te faz mal.

Não atender o telefone da pessoa que só te traz sofrimento ao falar não é suficiente. Tem que não querer atender ao telefone, não querer falar. É ter consciência que aquilo não te faz bem. É uma resolução de vida: eu só quero fazer aquilo que me faz bem, eu só quero sentir aquilo que me faz feliz. De novo, é resolução de vida, é modo de agir, é postura, é disciplina. Fácil, ninguém disse que era. Mas impossível, longe de ser.

Para uma amiga muito especial...

Caminhos...

Por que tem que ser sempre tudo-ao-mesmo-tempo-agora? Será que não dá pras coisas surgirem na vida da gente uma de cada vez?

Por que quando a gente acha que tomou uma decisão e está resolvida, que está tudo encaminhado, cai do céu mais uma porção de coisas no seu colo, só pra ficar na dúvida e a pulguinha do "correr riscos" ficar mordendo sua orelha?

Eu nunca tive muito medo de arriscar... apesar de muito indecisa, a dúvida nunca é por medo, mas por não saber em qual das estradas me aventurar... nessas horas todos os caminhos são campos verdes promissores e tudo o que a gente deseja é uma fadinha nos nossos ouvidos soprando insigths de previsões dos futuros possíveis para cada um deles... cada pequena escolha sempre implica em grandes mudanças, e por mais assutador que pareça ter consciência disso, o lance é simplesmente arriscar... e deixar que a estrada nos leve até a próxima encruzilhada.

Seria tão mais fácil escolher se a gente soubesse aonde cada estrada ia nos levar... mas aí, também não teria a menor graça...

Em pleno século XXI eu preciso dizer isso: gente, ninguém é obrigado a ficar com ninguém.

HELLOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!

domingo, 25 de janeiro de 2009

Sexta foi dia de meninas bonitas e felizes sairem juntas...

Gostinho especial de sentir-se bem como está, sorriso estampado, olhos fechados dançando como se ninguém olhasse e pensamento agradecido por poder ser tão feliz com coisas banais.

Risadas, música boa, dança despretensiosa, sozinha e extremamente feliz... daqueles momentos que a gente sente que viver é bom demais e que não precisamos de nada além de nós mesmos pra isso.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Back home...

É com muito pesar que informo: voltei à terrinha... Porque Floripa é um daqueles lugares que quando você vai, tem o ímpeto momentâneo de virar hippie e vender bijoux nas calçadas só pra não ter que voltar pra casa... Mas como aí não teria dinheiro pra aproveitar tudo de maravilhoso que a ilha da magia tem a oferecer, o jeito é se conformar e voltar pro trabalho pra juntar mais dinheiro enquanto esperamos o verão do ano que vem ansiosamente pra voltar pra Floripa. Cero que aquele lugar é simplesmente maravilhoso... e como diz minha grande-amiga-companheira-de-viagem-e-de-aventuras, "quando eu tiver R$ 90.000"... Aiai... Um dia quem sabe... comprarei mansão em Jurerê e torrarei tudo que sobrar num verão em terra de mané. Inxalá!

Cheguei de viagem com uma baita dor de ouvido trazida pela diferença de pressão - doença de gente chique, causada por viagens de avião, porque eu sou chique. Rárará! E depois da viagem mais dolorosa da face da terra, repousarei pra voltar ao batente voado que os prazos estouram... Outra hora paro pra escrever minhas análises-filosóficas-fajutas da viagem pro sul... de antemão, só a constatação do óbvio: ô terra pra ter gente bonita! Uiuiui!

Inté pessoas, que meus ouvidos doem horrores... para aqueles que já estavam cortando os pulsos de saudade, não chorem, minhas férias já acabaram e eu já voltei. Pingarei o restinho do colírio que o Simão me emprestou e dormirei com os anjos catarinenses, todos lindos e com a cor do verão!

Sábado à noite, camisola surrada - em estado degradante, eu diria, - uma garrafa de Chuva de Prata (valorizo bebidas de baixo custo), óculos no rosto, pão de queijo no cesto e muito Sex and The City.

A solidão pode não ser tão ruim assim. Já, já vem o sono e ela passa... nem que seja por 7 ou 8 horas, mas passa.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Derradeiro post de 2008!

Dia 31 de dezembro de 2008: oficialmente o último dia do ano. Acabou-se o que era doce pra começar outra coisa que, se Deus quiser, será mais doce ainda. Inxalá!

I'm so far from home, mas especificamente no extremo sul do país, passando o reveillon longe de casa pela primeira vez e sentindo uma saudade arretada da correria tradicional de véspera de festa de fim de ano em casa.

Saudades a parte, estou aqui sendo mulher solteira e independente em outros ares... Incorporando conhecimentos humanísticos-solteirísticos de outras culturas! Rárará! Profundo!

Por aqui, tudo tranquilo. Depois da tradicional lentilha da última ceia do ano zarpo para pular as sete ondinhas lá nas bandas de Santa Catarina. Aí, vai ser mochila, carro e praia! Iei!

A todos os leitores desse humilde blog, uma passagem de ano bem tranquila, muito feliz e cheia de energias positivas, pro ano entrar com força.. hehehe.. precisava fazer a ultima piadinha sem graça do ano! Muitas coisas boas nos aguardam nesse ano de 2009, certamente. Aproveitem a última noite do ano e a primera madrugada do próximo, bebam e não dirijam e esbanjem alegria pra começar o ano com muita felicidade.

Que 2009 corresponda a todas as expectativas!

Feliz Ano Novo!

domingo, 14 de dezembro de 2008

Adeus ano velho...

Mês de dezembro, confraternizações natalinas em todos os lugares, presentes e papais-noéis por toda parte. Agora é fato e não adianta mais não pensar no assunto e tentar ignorar: acabou-se o ano!

Essa época do ano é correria por todos os lados, preparativos natalinos, presentes pra comprar, cartões pra mandar, trabalhos pra terminar antes que o ano acabe, prepativos para férias, regimes para o verão (que sempre desandam por causa das confraternizações e acabamos com mais peso na consciência ainda)... fim de ano é assim, tudo-ao-mesmo-tempo-agora. Mas apesar de tudo, na noite de Natal sempre está todo mundo sorrindo e se abrançando e no reveillon, todo mundo se passando.. rárará, quem é que recusa um champagnezinho na virada hein?! Bom demais!

Fim de ano é bom. Mais uma etapa vencida, mais alguns obstáculos contornados, mais algumas risadas, algumas conquistas a mais, umas derrapadas aqui e ali, algumas lagriminhas pra dar uma temperada, mas no fim sempre fica tudo bem, porque na noite do dia 31 temos a esperança do ano seguinte ser melhor. E que bom, já pensou se fosse diferente?! Bendita seja a esperança, que é a última que morre!

Invariável e inevitavelmente também é epoca de fazer planos para o próximo ano. Normal. Mas estranho é fazer planos que foram feitos no último reveillon e que você não conseguiu realizar: "esse ano eu faço isso"! De novo a boa e velha esperança. Mas a vida é tão louca, e os caminhos são tão curvos, que a linha reta que a gente traça no 1° dia do ano nunca se concretiza por inteiro, ou pelo menos não da forma como desenhamos (filosofia-meia-tigela de arquiteta é assim, cheia de analogias desenhísticas).

No fim das contas, bom mesmo é celebrar que estamos vivos, e sábia é a música que diz "que maravilha viver"! Sangue correndo nas veias e a oportunidade de a cada novos 365 dias nos tornarmos pessoas melhores é o que conta. Portanto, Feliz Natal a todos e um Ano Novo feliz. Não vou desejar só coisas boas, por as coisas não tão boas também são necessárias pra gente crescer na vida. Desejo, ao invés disso, muita sabedoria para todos nós... Para que em 2009 aproveitemos ao máximo tudo que estiver em nossos caminhos.

Muita paz no Natal, muito Chandon no Reveillon (porque nós somos bem-sucedidas tá?!) e muita luz e boas energias!

E que venha 2009, que tô pronta pra briga!

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Mea culpa!

Engraçado... que tem dias que a gente se orgulha de ser mulher moderna, de ter conseguido agir de forma independente e ainda ficar muito bem consigo mesma... mas sempre depois de um tempinho a gente vê que na verdade é tudo balela, que ser "moderna" como gosto de classificar aqui no blog nunca é estado de espiríto permanente... são momentos, dá e passa... porque depois de um dia ultra-cult-independente-dona-de-si sempre vem um dia "mulherzinha"...

Não me culpo... acho que acaba fazendo parte do jogo. Me esforço para "não estar nem aí", e por algum tempo realmente consigo... mas vejo que aquilo é fachada quando enxergo que lá no fundo, por mais que não fique sonhando com isso, sempre fica aquela esperançazinha em um romance-clichê, no telefonema que não chega e na visita que não ficou de vir. Não dá pra não dizer que isso não é bom porque é, neguem o quanto quiser, romance é bom sim. Fico pensando que a grande vitória desta que vos escreve e que humildemente aspira à posição e à atitude de mulher moderna independente é pelo menos conseguir me desvincular desse modo de pensar tão entranhado na nossa criação.

Não prego, no entanto, a emancipação feminina radical: quem me conhece sabe que estou bem longe disso. Se escrevo coisas que podem soar assim, sempre é mais como desabafo de um processo de auto-conhecimento e crescimento do que por qualquer outra bandeira sócio-política. Aliás, política e atitudes sociais são a última coisa que eu discutiria aqui no blog. Tudo aqui é muito impressionista, mais até do que deveria...

Divagações à parte, essa filosofia barata toda foi pra confessar: fraquejei. Pronto, assumi. Fraquejei e contrariei o nosso vídeo-carro-chefe-do-blog... Coração deu aquela estremecida no dia seguinte sim. Mas assumo a fraqueza e, como disse antes, não me culpo. Porque no fundo qualquer mulher bem-sucedida sabe: receber aquele telefonema é bom demais não é não?!

Duvido alguém negar!

domingo, 9 de novembro de 2008

Um único dia que se passe verdadeiramente feliz consigo mesma tem o poder de fazer superar meses de momentos vazios...

Vida nova todo dia!

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Lampejos de pseudo-rebeldias...

Dreams - The Corrs

"(...) Thunder only happens when it's raining
Players only love you when they're playing
Yeah, women they will come and they will go
When the rain washes you clean you'll know, you'll know (...)"

Para os "loosers" dessa vida traiçoeira... fica o refrão desta ótima música.

E tenho dito! ;)

sábado, 25 de outubro de 2008

Hoje me mandaram um recadinho legal e super carinhoso daqueles do tipo: "você é especial, que Deus te conserve assim do jeito que você é"... aí fiquei pensando...

Tem é que pedir a Deus que a gente mude e não que continue a mesma pessoa de sempre... se a gente não muda, é sinal que não crescemos nada. Porque todo aprendizado acarreta uma mudança. A questão é só pedir não que continuemos os mesmos, mas que as mudanças sejam sempre para melhor. Que sejamos capazes de descobrir onde erramos, corrigir nossos defeitos e de aperfeiçoar o que temos de bom. Mudar é bom, digo até que é necessário. É bem verdade que é um desafio difícil, doloroso: tem que ter peito pra encarar mudança, tem que ter coragem.

Mas eu vos digo meus amores: dá um orgulho depois, ver que fomos capazes de nos transformar, ter orgulho daquilo que conseguimos nos tornar, que conseguimos construir. Delícia! Mais mulher-moderna, impossível! Mudar é ultra cult-fashion-in-poderoso-tudo!

E que Deus não me conserve a mesma!

Amém!

domingo, 19 de outubro de 2008

7º Arte

Enquanto todos são cegos e você é o único que pode ver, e nesse cenário, tudo que se pode enxergar é a miséria humana em sua forma mais nua e crua, o que seria a maior dádiva se torna o fardo mais pesado. Transformar a dor e a feiúra em esperança é a grande mágica de "Ensaio sobre a cegueira".

Poder, mas não querer ver: é sobre todas as coisas que "vemos sem de fato enxergar" que o filme fala. E sobre como as coisas mudam quando nos forçamos a ver quem realmente somos, o que somos capazes de suportar, fazer ou sentir. Tudo de animal irracional vem à tona quando as condições de sobrevivência falam mais alto... nesses momentos, só quem realmente consegue ver consegue se manter firme.

Minha visão de arquiteta metida a entendedora barata de arte também me obriga a comentar a direção e a fotografia do filme: altamente e absolutamente ESTONTEANTES... De tirar o folêgo e emocionar de verdade com a montagem e as atuações. Trilha sonora, fotografia e direção de arte merecem especiais aplausos calorosos.

Vale a pena ver 3 vezes só no cinema, e mais outras tantas depois que sair de cartaz, sempre que houver oportunidade. A partir de hoje me declaro sócia-fundadora do fã-clube do meu colega de profissão Fernando Meireles. Graças a Deus que ele não levou a arquitetura adiante. Inscrições para fãs já estão abertas, podem me contactar.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Princesas modernas...

Há uns dias recebi esse email de uma grande amiga, leitora assídua do blog e membra do clube de solteiras lindas, felizes e bem-sucedidas. O nome do email era "Conto de fadas do século 21". Óbvio que só pelo título eu logo vi que ele era A CARA do nosso querido blog, e que merecia um carinhoso post. A autoria do texto consta no email como sendo de Luis Fernando Veríssimo, mas como esses textos de internet sempre têm a autoria um tanto controversa, fica aqui ainda em aberto esse quesito 'autor' até que apareça a confirmação. O conto é o seguinte:

"Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa, independente e cheia de auto-estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas, se deparou com uma rã.

Então, a rã pulou para o seu colo e disse:
- Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Mas uma bruxa má lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir um lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os nossos filhos e viveríamos felizes para sempre...

E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria e pensava:
'Nem fo....den...do!'.


Comentários são quase dispensáveis e Aline sempre briga comigo por escrever textos grandes demais, mas não vou contrariar o costume e levarei outro carão. Certo que as princesas modernas são bem por aí mesmo, independentes e com alergia mortal a homens machistas e que querem "amélias" dentro de casa. Certo também que muitos homens não gostam mais desse tipo de mulher submissa e coadjuvante.

Por outro lado, ainda existem muitos que adoram uma 'amélia-esquenta-barriga-no-fogão-lava-minhas-cuecas'. Mas isso não é impressionante. Impressionante é que depois de um período de revoluções e feminismo quase unânime, muitas mulheres voltam para esses valores tipo "old-school" de mulher do lar. Tenho notado que aquela ânsia feminina de ser igual aos homens vem diminuindo um bocado. Creio inclusive que isso seja o caminho para o meio-termo, o equilíbrio de papéis.

Dou todo apoio: não à volta da carteirinha de 'do lar' (que por sinal, ô coisa depressiva é colocar DO LAR na lacuna de profissão no preenchimento de qualquer tipo de ficha), mas à revisão dos valores. Os modernos brasileiros da década de 30 até chamariam de 'antropofagia dos costumes'. Nome bonito! Mas o que vale mesmo é pensar: "quem quer ser igual aos homens em tudo?". Covenhamos, não teria a menor graça.

Quanto ao conto em si, recomendo contá-lo às meninas pequenas antes de dormir... Para elas se acostumarem com a idéia de que:

  1. Ter um lago ecologicamente correto no quintal do seu castelo particular é TUDO. O verdadeiro conto de fadas;
  2. Esposa é uma coisa e empregada doméstica é outra, e que por mais que adoremos fazer as coisas cotidianas por quem amamos, quem tem a obrigação de fazer isso é a pessoa que recebe para isso. Mulher moderna só faz tarefa doméstica quando quer.
  3. E finalmente, a promessa do sapo enfeitiçado que vai virar príncipe é balela: ele não vai mudar. Muitas vezes o sapo é muito mais útil como 'aperitivo' do que como potencial homem-dos-sonhos.

E com um vinhozinho então.... huuuuuuuuuuuuum!!!

Tarefa de casa: cabe, para finalizar, o exercício de mentalização da cena da princesa saboreando a rã com um vinho importado... e um sorrisinho irônico e superior, só pra fechar com chave de ouro!

domingo, 21 de setembro de 2008

O Ministério das Solteiras adverte...

Se envolver com homens que possuem ex-namoradas loucas e psicopatas faz mal a saúde...!

Como surgiu esse post...bom...para não comprometer ninguém...

PREFIRO NÃO COMENTAR...! hehehehehe

Agora se você me perguntar o que eu recomendo nesse caso...é só fazer uma paralelo com o consumo do cigarro...evite antes que vicie!!!! Pq viciou aih fica difícil de abrir mão e largar o vício né amiga leitora...hehehehe e é nesse momento que a história complica pro seu lado... =P

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

7° Arte

Solteiras indicam: Elizabeth - A era de ouro.

Porque toda mulher para ser bem-sucedida, linda, forte e admirável tem que ter um quê de Rainha Elizabeth!

A história não tem nada de excepcional, mas o filme tem duas coisas espetaculares: a fotografia, que é DESLUMBRANTE (as cenas, cenários e tomadas são qualquer coisa de fenomenal) e a atuação da Cate Blanchett. MARAVILHOSA!

A personalidade da Elizabeth construída no filme é o maior destaque da película... refórço: toda mulher (solteira ou não) tem que ter um quê de Elizabeth. A personagem merece até post exclusivo e discursões-calorosas-psíquicas-comportamentais-de-meia-tigela em mesa de bar.

Assista e verás!

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Análises sintáticas-estilísticas da "oração das Mulheres"

O post da Debi não merece comentário não, merece outro post...

DEBI VOCÊ É ÓTIMAAAA!!! Amei o post!

E eu acho bom é que ela começa séria, fazendo campanha "sejamos cristãos, vamos à missa" e completa com uma oração lotada de palavrão e frase de triplo sentido.. hahahahahahaha!!! Ótimo!

Essa oração por sinal é um post a parte não é?! Dá para escrever uma tese sobre as 'assertivas' desse 'discurso', que é cheio de frases de impacto. A análise textual já começa pelo vocativo-invocativo-convocativo: "Mulheres portadoras da sedução e que nenhum filho da puta sabe dar valor". Eitaaa!!! Compareça não para ver uma coisa!

O período que vem a seguir nem precisa de muitas orações explicativas complementares:

"Que os nossos sejam nossos, que os delas sejam nossos, que os nossos nunca sejam delas, e que se forem delas, que sejam brochas!!!"

Dele, ressalte-se só a observação: MULHER É BICHO DESUNIDO DEMAIS! Rárará! Mandem correspondências me xingando aquelas que discordarem, tentarei ler seriamente sem dar risadas!

Mas o texto da cultura popular-solteirística-feminística é tão rico que tem até hipérbole: "Deus é 10, Romario é 11, wisque é 12, Zagallo é 13, e acima de 14 eu to pegando". Lembrem-se, licensa poética permite o exagero... pode largar o telefone e o papel com o número do SOS Criança anotado. Debi gosta de jovens homens, mas não é para tanto não! Rárará! Entreguei!

Por fim, a frase que caracteriza o texto como uma prece, aquela que semea a esperança nos corações: "Que sobre, nunca nos falte, e que a gente dê conta de todos, amém"!

TODAS: Amém!