amigo, o mundo aqui nessa terra nova é estranho, é tudo tão diferente, que eu me pego outra pessoa às vezes... bom por uns lados, ruim por outros, eu tolero coisas que não concebia antes, penso mil vezes se não sou eu que tenho que mudar, se não é pra mim aquela perspectiva diferente que cruzou o caminho... mas também, algumas vezes me pego bem mais intolerante pra coisas simples, pra tv ligada, pra música ruim na rua, pro ponto de vista que passou a ser esdrúxulo, pra banalidade, pra muvuca... eu não sei muito bem o que fazer com isso, fico insistindo na meta que coloquei pra mim mesma de nunca mais, nunca mais, deixar de ser eu mesma, mas será que eu ainda sei quem eu quero ser de verdade? é tudo muito estranho, uma sensação de novo e velho ao mesmo tempo... pensar no futuro parece tão incerto, é um borrão de expectativa não muito definidas... tento não pensar demais nisso, porque sei que, no fundo, não existe resposta... mas será que é isso mesmo que é viver e amadurecer? será que é isso mesmo que é viver BEM e amadurecer BEM? é difícil escolher um caminho sabendo que provavelmente não terá volta... a vida não dá pra gente aquela cordinha pra puxar em caso de emergência, né?! acho que tô ficando velha... :)
sábado, 13 de abril de 2013
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Cartas de amores (6)
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domingo, 17 de fevereiro de 2013
soma
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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Cartas de amores (5)
Postado por JujuRibeiro às 13:05 0 comentários
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Cartas de amores (4)
- É... ela fala e pausa enquanto a porta do elevador se abre.
Passos para fora, mais dois no corredor, chave na porta, dois giros...
Um respiro meio ansioso, meio nervoso. Não que nunca tivesse feito aquilo antes... Hesita uma fração de segundo antes de girar a maçaneta, com um leve sorriso, sempre assim...
- Chegamos! Não repara na bagunça... (foi a única coisa que conseguiu falar)
Passos para dentro, luz do abajur que tinha ficado acesa, chaves penduradas pelo lado de dentro da porta, bolsas sobre a mesa, pára no meio da sala...
- Quer beber alguma coisa?
- Só se tiver você engarrafada...
(foram as últimas palavras das próximas horas)
Postado por JujuRibeiro às 12:33 1 comentários
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
A vida é uma colcha!
... a verdade é que à medida que vamos ficando mais experientes (para não usar a feia e dura palavra "calejadas"), vamos entendendo que a maior parte das relações que vivemos não são mesmo para serem duradouras. Não começaram com essa intenção, não se desenvolveram para isso e simplesmente 'did not meant to be' desde o início. E aí vai diminuindo aquela mania chata de esperar um 'forever and ever' de cada beijo que se dá na balada. E vai diminuindo o tamanho da frustração quando aquele beijo se prolonga por uma semana, um mês, oito meses e, da mesma forma que começa, termina. Aí a gente pensa dois segundos (mentira, pensa uns dias) e vê que, na real, aquilo nunca foi tanta coisa assim: nunca foi uma amizade tão forte assim, nunca foi uma dedicação, nunca foi um sentimento... Era tudo só vontade. A parte boa é que a gente vê, com um pouco mais de destreza e velocidade, o que tinha de bom para se tirar daquele beijo. O que se aprende é bem mais eficaz, o crescimento é bem mais nítido, e aí, depois que a dorzinha de cotovelo passa (porque ela sempre passa), depois que a pequena frustração vai embora, tudo faz mais sentido. Eu aprendi isso, cresci naquilo, e essa pessoa - o mais importante - me contribuiu com x, y e z. Quem sabe até um w! E só isso, quando a gente já está mais experiente (para não dizer - de novo - calejada), já basta! Porque a vida é isso mesmo, é uma colcha de retalhos, cada pessoa tem uma cor e uma estampa que a gente vai costurando uma na outra.
... a verdade é que algumas pessoas são pedaços bem maiores de retalhos, às vezes peças grandes de tecido, e a gente vai costurando os pequenos por cima da base comprida. Ou então, acontece de algumas poucas (e elas, sendo poucas, bastam) terem a estampa preferida. E a gente fica costurando pedaços coloridos delas na nossa colcha a vida inteira!
Postado por JujuRibeiro às 19:01 0 comentários
sábado, 6 de outubro de 2012
Café com leite e pão com melancolia
Acordei...
Mas não sei se foi melancolia, se foi alegria...
... Ou se foi uma felicidade estranha de saber que, no fundo, está tudo bem.
Também não sei se foi tristeza...
Se foi saudade do que foi e nunca mais voltou,
ou do que nunca tive...
Pensando bem, também pode ter sido sonho...
daquele lugar distante, daquela janela aberta, daquele mar...
É, daquele lugar que ainda não fui...
Indo além, deve ter sido vontade...
... De ver, ouvir, cantar, sorrir.
Uma necessidade de surpresa e novidade que vez por outra me consome.
Mas que me cansa quando encontro o que não sabia que tinha ido buscar...
Mal de querer sempre mais
e além.
Além de mim!
Vou na rua, virar uma esquina, esbarrar com o desconhecido...
quem sabe eu volto!
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sábado, 18 de agosto de 2012
Lá fora, na rua,
tá frio, tá calor...
...tá frio de novo...
mas na cama vazia, nada mais esquenta...
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sábado, 21 de julho de 2012
Desvairada crônica da paulicéia...
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Desacalento - parte 03
Às vezes tenho certeza de que,
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Desacalento - parte 02
Coisa mais triste
Postado por JujuRibeiro às 09:26 0 comentários
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Desacalento - parte 01
Cada dia
Postado por JujuRibeiro às 19:33 0 comentários
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
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sábado, 25 de junho de 2011
Hoje eu acordei de sonho bom. Recordação bonita do que ainda não aconteceu. Era carinho, mãos, amigos, cadeiras, sorrisos e roupas leves. Era afeto demonstrado.
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domingo, 5 de junho de 2011
Definir pelo gostar - parte 1
Gosto da lembrança repentina, da demonstração pública de carinho, de receber bilhete, carta, email, encomenda, cafuné, de gramática, de análise sintática e figuras de linguagem, de cadeira confortável, de almofada que a gente amassa e ela retoma a forma, de família grande.
Postado por JujuRibeiro às 20:29 0 comentários
terça-feira, 26 de abril de 2011
Noite passou e se esticou, encostou na madrugada.
Rápida e gostosa, daquelas onde não pesam as horas...
... onde já se tem tudo e nada se precisa: simples, sorriso, sincero.
Falas, frases, discursos inofensivos, opiniões desarmadas, riso frouxo.
É só. E é tudo.
De verdade, algo mais é necessário?
Postado por JujuRibeiro às 02:53 0 comentários
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
small wishes
tem dias em que não se quer o mundo inteiro ou grandes conquistas...
tem dias em que tudo que se deseja é um telefonema e um convite.
...
"Daqui uma hora, conversa fora, mãos dadas e cabeça no ombro. O resto é detalhe..."
Postado por JujuRibeiro às 18:22 0 comentários
sábado, 5 de fevereiro de 2011
"Sempre achei que era preferível pensar com o cérebro a com certas partes situadas mais ao sul. Falando sério, será que as pessoas não se enxergam andando por aí atordoadas, sonhando acordadas, chorosas e indecisas, completamente idiotas por causa de algo que até os animais terminam com rapidez para poder cuidar de coisas mais importantes, como encontrar carne fresca?" (MORGAN, Dexter)
Postado por Livoca às 21:58 0 comentários
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Bom dia!
Tem dias que você acorda de madrugada sem motivo. Sente uma vontade enorme de ouvir música. Não sabe ao certo que música é essa, mas procura em sua lista algo mais feliz.
Aquela pequena lista de sons harmônicos devagarinho muda seu humor. Mais disposta, seu horóscopo lhe enche de falsas esperanças e palavras amenas. Uma coisa ou outra é lida: uma frase em algum lugar, um refrão do que se está ouvindo, e tudo é estimulante... Em pouco tempo, se está cantarolando, balançando suavemente de um lado a outro o corpo, enquanto a cabeça tira o peso e o cinza de todos os pensamentos...
O dia amanhece, de fato. O dia, as idéias, a alegria e a leveza. Leveza de ser mais um dia. Mais uma chance. Mais um sorriso.
Leveza, leve, livre. Querendo só ser feliz, sem pensar.
Bom dia!
Postado por JujuRibeiro às 07:25 0 comentários
sábado, 29 de janeiro de 2011
Cartas de amores (3)
(...)
Não, babe, eu não estou com raiva. Nem teria motivos para tal...
... Mas, quer saber? Eu estou cansada disso tudo...
(...)
Cansada de promessas vãs e da falta delas. De sentimentos rasos, de atenção compartilhada, de afeto conveniente e educado. De interesse momentâneo, de preencher buracos, de passatempos.
Cansada de metades, de limites, de muitas palavras e poucas ações. Farta de encontros egoístas e conversas vazias, de silêncios prolongados e assuntos forçados, de querer e não poder.
Cansada do simples, do conveniente, do tranqüilo, do seguro. Cheia das dúvidas alheias, das crises existenciais, dos compromissos superficiais, das vontades sufocadas que se têm de engolir.
Eu cansei de migalhas.
(...)
A verdade, babe, é que não há nada genuíno entre nós...
Eu estou cansada de jogos de amor.
Eu quero fluir...
...E deixar o amor entrar
Sem pedir licença.
Postado por JujuRibeiro às 02:41 0 comentários
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Resoluções de fim de festa...
Um dia eu vou poder dizer tudo aquilo que sinto pras pessoas sem ter que medir perdas e ganhos.
Espontaneidade e verdade, queria estampar na cara e na voz, sem conceitos e preconceitos.
Sem medo, drama ou excesso de romantismo. Só pelo simples aliviar de peso nas costas. Pela verdade escancarada, pelo dito sempre no lugar do não-dito...
... pelo pagar pra ver, ver no que dá. Apostar na roleta, vermelho ou preto, sorte nos dados.
Só pra trocar a montanha russa do "se" pela calmaria do "eu tentei", "eu fiz", "eu disse".
Porque a gente não tem dimensão do que uma palavra é capaz. Muda um fato, muda um destino e muda um mundo.
Palavra influencia, aconselha, indica, decide, assegura. "Eu gosto de você". Dizer que ama quebra barreiras. Pro sim ou pro não, te derruba do muro.
E que outra forma de ter certeza senão dizendo-as? Ver para crer. Eu quero ver, minha gente.
Eu cante aos quatro ventos aquilo que me faz sorrir.
E o mundo todo vai saber as cores que tem meu coração...
Postado por JujuRibeiro às 05:00 1 comentários
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Postado por Livoca às 10:02 1 comentários