sexta-feira, 13 de novembro de 2009

A menina...

A menina dançava... e rodopiava, e cantava, e se ria inteira...
A menina caiu... ralou o joelho só... mas doeu... e chorou.

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Levantou-se e endireitou a saia rodada... passou uns dias sem dançar...

A menina ainda dança?

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Dança, sim senhora! Dança agora e sempre dançará!
Dança sob o sol ou debaixo de chuva...

Toda hora é hora pra criar coreografia. Alegria e tristeza deixa a dança mais bonita.

A vida é pra dançar, baby... só o ritmo que vai mudando... ;)

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Abstinência sentimentalóide.

Vim aqui no blog escrever sobre melancolia e sentimentalismos e dou de cara com o post super-sensível de Livoca negando tudo que eu pudesse dizer. Hehehe! É por isso que eu dou vivas às diferenças de opiniões... não me intimidarei, escreverei assim mesmo.

O fato é que a melancolia está imperando esses dias. E melancolia me dá uma vontade louca de escrever. E eu fico sem saber se é monotonia, se é nostalgia... na verdade acho que é vontade de amor. Sempre fui romântica. Não aquela imagem antiquada da princesa esperando o par encantado. Mas a minha vida toda gostei de amar. E aí, quando bate a abstinência do amor-relação-homem-mulher, eu sinto todos os outros amores da minha vida de uma forma muito mais intensa. Aí eu amo infinitamente mais os meus amigos, os meus planos, os meus sonhos e todas as paixões paralelas que a gente alimenta na vida.

Aí as coisas se misturam, os amores se confundem e eu passo a não ter mais certeza de nada. Bate uma ansiedadezinha, porque eu fico sem saber qual amor alimentar primeiro, ou pra onde correr primeiro. Eu amo tudo mais e ao mesmo tempo: eu amo meu trabalho mais, eu amo meus sonhos mais, eu me apaixono por idéias, por possibilidades, por planos.. e é tudo intenso.

Coincidentemente, quando está tudo à flor da pele é justamente a época em que aparecem mais oportunidades e são necessárias mais opiniões e mais escolhas. E as decisões mais difíceis terão que ser tomadas em pleno turbilhão de paixões fervorosas pelas coisas que me cercam. E aí os grandes passos, como que de propósito, terão que ser dados quando a razão está mais escassa, quando o coração está dominando a cabeça...

Parece mesmo ser de propósito... como um teste pra forçar o equilíbrio... ou talvez, um aviso pra ouvir mais o coração.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Já pra saia da sua mãe e deixa meu colchão

Os casais e carentes de plantão, perdoem minha franqueza, mas admitam: dormir de conchinha é até bom, e para por aí! A gente até vê graça no começo, acha aconchegante, carinhoso, romântico e tudo mais. Mas tem dias, e estes são a maioria dos meus dias, em que eu quero cada centímetro quadrado da minha cama egoísticamente apenas para mim. Não quero acordar suada, não quero meu cabelo grudando na barba de ninguém, não quero meu lençol cheirando a feromônio masculino, não quero acordar as três da manhã com roncos, e não quero acordar constrangida porque tô babando no braço alheio. Prefiro ter a escolha de me deitar com minha lingerie menos sexy e mais confortável, assistir o dramalhão de Brothers & Sisters, e não me preocupar nem um pouco se não tem nada na geladeira pro café da manhã. Tá carente? Abraça um travesseiro aí, que gente dá trabalho demais!