As vezes penso que é muito tênue a linha que separa a vaidade da demonstração de carinho. Até que ponto demonstramos sentimentos para provar as outras pessoas que gostamos e nos importamos com alguém? Até que ponto cuidamos do outro para mostrar ao mundo que somos cuidadosos e bons amigos e companheiros?
Nem sempre sei quando o cuidado excessivo é realmente zelo ou competição. EU sou a pessoa que mais se importa com você. EU sou quem está sempre ao seu lado. EU sou quem te dá força e suporte quando você precisa. Eu, eu, eu. Vaidade. Travestida de boas intenções, de caridade e de amor ao próximo, mas ainda assim a mais pura e clássica vaidade.
Demonstração de carinho. Carinho se origina de amor. De amor ao próximo. O de verdade, não é vaidoso, ao contrário. Amor e vaidade são água e óleo, imiscíveis. Amor não compete, não precisa. Não quer lugar no pódio nem medalha de honra ao mérito. Não necessita de reconhecimento e não aceita agradecimentos.
Demonstração de carinho é gratuita, é repentina e inesperada. É sentida, não vista. É troca pessoal, não pública. É privada, particular, discreta, silenciosa. Tal nobre dama, é contida, de meias palavras e gestos delicados. Amor de verdade é senhor de si. Forte e indiscutível. Irrevogável. Indubitável.
Desmonstração de carinho sem vaidade é assim, aquela energia que a gente sente, que não se proclama, não se grita nem se mostra. Aquele colo que sabemos que está lá para nós. Aquele amor que nunca está à frente, mas sempre às costas, a postos para nos segurar em qualquer fraqueza.
(...)
Observo tua dor e te deixo sentir tudo.
Males necessários.
Amor suficiente para não arrancar a dor de ti.
Sofro junto, não divido. Não seria justo te poupar da vida.
Tudo faz parte: dor, amor, cor, sabor.
Chora, e não te pouparei as lágrimas.
Adicionarei as minhas às tuas. Rios e rios.
Sem grandes abraços ou aconchegos, mão no ombro basta.
Energia reconfortante da mão pousada e prece em silêncio.
Não ficarei à tua frente e enfrentarei teus dragões.
São tuas batalhas.
E enquanto eu souber que és forte o suficiente, seguirás sozinho na linha de frente.
Caminho na tua sombra, sigo teus passos, te observo.
Braços a postos para amparar tuas fraquezas.
Se não fores forte o bastante, dividimos a batalha. Aumentamos o exército.
A única certeza é a ausência da solidão.
Caminho na tua sombra para não pedir troféus.
Tua vida, teu mérito, tua estrela.
Meu amor é sem vaidade.
Não agradeças, não reconheças.
Ele está lá.
Sente apenas.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Amor sem vaidade
Postado por JujuRibeiro às 01:09 0 comentários
terça-feira, 11 de maio de 2010
Cartas de amores...
(...)
Espero que seu dia tenha sido bom. Espero que sua vida esteja sendo iluminada, que suas expectativas e anseios estejam sendo atendidos, que sua saúde esteja em dia e que seu coração esteja feliz e tranquilo, com a certeza de um caminho brilhante e pleno pela frente.
A gente alimenta a ilusão de que uma vida corrida e intensa preenche todos os espaços e não nos deixa sentir faltas e saudades. Não é verdade. Sempre vão haver pelo menos 5 minutos diários de lembrança e saudosismo. E eles doem do mesmo jeito.
Saudade tá grande. Egoísticamente gostaria que vc estivesse aqui. Mas a vontade passa quando rezo para que você esteja feliz com sua nova jornada. Então peço para que seu destino se descortine diante dos seus olhos, da forma mais esplendorosa, mais radiante. E pra que nossos caminhos se cruzem de novo, adiante, além. Outros tempos e verões. O mesmo amor.
Parabéns, por ser você da forma que é, por mais um ano.
Te amo muito, com ou sem aniversário, em todos os dias do ano.
Postado por JujuRibeiro às 20:02 0 comentários
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Sorriso
A gente sabe mas finge que não. O poder do sorriso no rosto é conhecimento popular.
Sorriso brilha. E brilha junto o olho, a áurea e o ser. Brilha tudo. E reflete no outro, bate-e-volta de energia luminosa.
Sorri, e de repente você existe. E atrai outros sorrisos, e aparecem outros dentes, e ouvem-se outros tilintares. Brilham mais olhos, criam-se conexões. Ligações intensas ou nem tanto. Momentâneas ou não. Mas prazerosas. Revigorantes sempre.
Hoje sorri mais. Mais verdadeiro. Hoje ganhei sorrisos, ganhei carinhos, ganhei afeto. Ganhei conhecimento e reconhecimento. Interações, ações e reações. Tudo em cadeia.
Sorria e move mundos, ou quem acredita neles....
Postado por JujuRibeiro às 21:20 0 comentários
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Volta relâmpago...
Não sei se este blog ainda é lido, frequentado, ou coisa que o valha, mas li o texto abaixo em um blog e me deu uma vontade louca de vir aqui de novo, de dar um "control c/control v" e de compartilhar. É isso...
"Fim de ano sem amar é deprê, hein? Tô megera o suficiente pra ver uma família feliz no shopping e pensar que aquela instituição "image bank" não passa de uma união solitária de aparências. Tô megera o suficiente pra furar a fila do Papai Noel e pedir um pirulito, bem grande, bem grosso, bem exclusivamente apaixonado por mim. Tô megera o suficiente pra abraçar os veadinhos do trenó em homenagem aos meus ex-casos. Tô megamegera o suficiente pra não admitir minha carência e dar uma risada debochada de todas as luzes, canções e emoções de boas-festas. Tá, mas no especial do Roberto Carlos não vai dar pra ser megera. O filho da mãe sempre me faz chorar. É impressionante como a gente se sente sozinha na porra do especial do Roberto Carlos.
É claro que eu desejo o meu sucesso profissional, dinheiro, saúde, ..., mas nada de atacar para todos os lados nas simpatias deste réveillon. Não dá certo. Este ano vou focar no amor: calcinha vermelha, fitinhas vermelhas e as sete ondas vão ser puladas com a mão no coração (se eu usar a frente-única branca que comprei, é bom que a mão no coração já segura um peito) e uma só intenção: encontrar o danado. Ah, sejamos sinceras mulheres modernas: no fundo, no fundo, a gente quer mesmo é alguém pra dormir protegida no peito (de preferência largo, forte e levemente cabeludo).
E nem é medo de ficar pra titia não, além de ter cara de mais nova e ser bem nova, eu sou filha única. É vontade de sentir aquela coisinha misteriosa de "é esse!". Como será sentir isso? Eu sempre sinto que "pode ser esse, ou talvez com algumas mudancinhas possa ser esse ou talvez se ele quisesse, poderia ser esse...". Não, isso tá errado. Quero sentir que "é esse".
Dizem que materializar os sonhos escrevendo ajuda, então lá vai: quero transar com beijo na boca profundo, olhos nos olhos, eu te amo e muita sacanagem, quero cineminha com encosto de ombro cheiroso, casar de branco, ser carregada no colo, filhos, casinha no campo com cerquinha branca, cachorro e caseiro bacana. Quero ouvir Chet Baker numa noite chuvosa e ter de um lado um livrinho na cabeceira da cama e do outro o homem que amo. Quero sambão com churrasco e as famílias reunidas. Quero ter certeza, ali no fundo da alma dele, de que ele me ama. Quero que ele saia correndo quando meu peito amargurado precisar de riso. Que ele esqueça, de vez em quando, seu lado egoísta, e lembre do meu. Que a gente brigue de ciúmes, porque ciúmes faz parte da paixão, e que faça as pazes rapidamente, porque paz faz parte do amor. Quero ser lembrada em horários malucos, todos os horários, pra sempre. Quero ser criança, mulher, homem, et, megera, maluca e, ainda assim, olhada com total reconhecimento de território. Quero sexo na escada e alguns hematomas e depois descanso numa cama nossa e pura. Quero foto brega na sala, com duas crianças enfeitando nossa moldura. Quero o sobrenome dele, o suor dele, a alma dele, o dinheiro dele (brincadeira...). Que ele me ame como a minha mãe, que seja mais forte que o meu pai, que seja a família que escolhi pra sempre. Quero que ele passe a mão na minha cabeça quando eu for sincera em minhas desculpas e que ele me ignore quando eu tentar enrolá-lo em minhas maldades. Quero que ele me torne uma pessoa melhor, que faça sexo como ninguém, que invente novas posições, que me faça comer peixe apimentado sem medo, respeite meus enjôos de sensibilidade, minhas esquisitices depressivas e morra de rir com meu senso de humor arrogante. Que seja lindo de uma beleza que me encha de tesão e que tenha um beijo que não desgaste com a rotina. Que a sua remela seja sequinha e não gosmenta e que o tempo leve um pouco de seu cabelo (adoro carecas...). Que suas escatologias não passem de piada e se materializem bem longe de mim. Tem que gostar de crianças, de cachorrinhos, da minha mãe, e tem que odiar ver pessoas procurando comida no lixo. Tem que dançar charmoso, ser irônico, ser calmo porém macho (ou seja, não explodir por nada mas também não calar por tudo). Tem que ser meio artista, mas também ter que saber cuidar dos meus problemas burocráticos. Tem que amar tudo o que eu escrevo e me olhar com aquela cara de "essa mulher é única".
É mais ou menos isso. Achou muito? Claro que não precisa ser exatamente assim, tintim por tintim. Exigir demais pode fazer eu acabar sozinha em mais shows do Roberto Carlos. Deus me livre! Bom, analisando aqui, dá pra tirar umas coisinhas. Deixa eu ver... Resumindo então: tem que dizer que me ama e me amar mesmo, tem que rolar umas sacanagens e não pode ter remela gosmenta. Pronto!
E quando eu tiver tudo isso e uma menina boba e invejosa me olhar e pensar que "aquela instituição feliz não passa de uma união solitária de aparências" vou ter pena desse coração solitário que ainda não encontrou o verdadeiro amor."
(Tati Bernardi)
Postado por Aline às 15:53 0 comentários
quarta-feira, 24 de março de 2010
Melancolia de cidade grande
Pessoa urbana. Definição primeira de mim. Porque tem noites que minha casa não me acalma, minha cama não me acolhe. Tem noites que a cabeça pede rua, o sangue pede asfalto.
Saio à caça dos meus fantasmas. Na cidade alucinógena, obsevo os outros para esquecer o eu. Alta velocidade, vidros baixos, a música alta invade a mente e ocupa todas as brechas. Não existe mais eu, não existe mais você.
Litorânea, velocímetro abranda. Brisa, cheiro de mar. Para alguns, o fim do dia com a endorfina do exercício. Para mim, o desabafo da escrita rápida e frenética.
Pessoa urbana. Meus fantasmas são covardes, não me enfrentam, não me encontram. Sozinha na companhia de multidões, rostos desconhecidos oferecendo o conforto da grande cidade.
Pessoa urbana. Carro, fumaça, barulho de gente. Descansa no asfalto, dorme nas palavras.
Postado por JujuRibeiro às 19:23 2 comentários
domingo, 21 de março de 2010
Quero.
Não, não é complexo de Peter Pan. É justamente o oposto.
Não quero que o tempo pare para poder prolongar a infância. Quero que o tempo se arraste para curtir mais o amadurecimento.
Quero conseguir fazer mais coisas das quais vou me orgulhar. Quero me ver crescendo. Quero corrigir meus erros e aplaudir meus próprios acertos. Quero alcançar todos e vários objetivos, quero atirar em várias direções e acertar todos os alvos. Quero ser multi.
Quero ser Eu e quero ser meu espelho. Estar dentro e fora de mim. Quero me ver inteira e completa. Quero ver os buracos, ver o que falta, preencher as lacunas. Quero me ver pequena para conseguir ser grande.
Ansiedade. E às vezes tenho tanta coisa no desenho pessoal do meu caminho que não consigo fazer a conta de Espaço/Tempo para calcular a Velocidade. Quero mais, quero veloz. Mil por hora.
Meus planos não cabem nos meus dias.
Postado por JujuRibeiro às 14:01 1 comentários
sábado, 20 de março de 2010
Como tá abandonado esse meu blog primogênito...
Mas amanhã tem post novo. Mas só amanhã, que hoje tô cansadinha... =)
Postado por JujuRibeiro às 01:17 0 comentários
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Ah, como deve ser boa a vida das mulheres frágeis; elas sempre têm alguém que carregue os embrulhos, preencha o Imposto de Renda, troque o pneu do carro, e por aí vai. As fortes fazem tudo sozinhas, e são sempre chamadas nas horas do aperto: elas agüentam qualquer tranco, e são tão fortes que se metem até mesmo onde não são chamadas, para ajudar a resolver os problemas dos outros.
Elas acreditam no personagem, veja só. É dura a vida das fortes, que não são poupadas de nada. Se alguém está com uma doença grave, é a elas que vão contar; se a namorada do sobrinho ficou grávida, são as primeiras a saber, e quando alguém da família é preso com uma trouxinha de maconha, são imediatamente chamadas para as providências de praxe... fora os problemas financeiros, é claro.
Enquanto isso, os pais e mães desses jovens adoráveis estão tomando uma vodca na beira da piscina sem saber de nada... eles não agüentariam um choque desses e precisam ser poupados, porque são frágeis. Existe sempre alguém para cuidar dos frágeis, seja um parente, um amigo, até um vizinho, que bate na porta preocupado com o silêncio e para saber se ela está precisando de alguma coisa.
Uma mulher frágil é mais frágil que um recém-nascido, e como os homens adoram o papel de protetores para se sentirem fortes e poderosos, é a união perfeita da fome com a vontade de comer. Quando elas ficam doentes, um verdadeiro exército é mobilizado; um leva revistas, o outro um embrulhinho com pêras, maçãs e uvas, e se ela não tem empregada não falta quem vá para a cozinha fazer uma canjinha.
Preste atenção que vai perceber que essas mulheres frágeis são indestrutíveis. As fortes, na hora de uma crise de coluna, se arrastam até a geladeira para pegar um copo de água, e se alimentam o fim de semana inteiro com uma barra de chocolate, pois ninguém telefona para saber se precisam de alguma coisa.
E elas, verdade seja dita, preferem morrer de inanição a pedir socorro, para não cair o tipo. Há uma pesquisa a ser feita: uma mulher frágil nasce frágil ou escolhe essa profissão para se dar bem na vida? Por que elas se dão bem, e sempre encontram um homem talvez ainda mais frágil do que elas para cuidá-las, acarinhá-las e cuidar para que nada as atinja, nunca? Afinal ela é tão frágil, coitadinha. Enquanto isso as fortes se acabam de trabalhar, e são elas que saem dos supermercados com pacotes de compras sem que ninguém se proponha a dar uma ajuda, mesmo que modesta.
Somos todos estimulados a ser fortes, mas boa vida mesmo levam as frágeis, daí a dúvida: não seria melhor que as mães, os pais e os colégios ensinassem as crianças a ser frágeis, pois sempre haverá alguém para cuidar delas pela vida toda?
E aliás, qual a vantagem de ser forte, além de saber que um dia alguém se referiu a ela dizendo "aquela é uma mulher forte"? Um grande elogio, é verdade. Mas e daí? Toda mulher forte tem desejos secretos que não conta nem a seu travesseiro: que alguém, e não é preciso que seja um homem faça um gesto por ela, de vez
Postado por Aline às 22:21 1 comentários
Teenage feelings
Tá, vamos começar a campanha "Quero um Johnny Depp pra mim". Rárará! Pode soltar o clássico "quem não quer" seguido pela velha "sonha Alice". Me justificarei com glórias (e algumas imagens mortíferas):


Agora, depois de babar em cima do teclado e pingar um vidro inteiro de colírio nos olhos, deixe-me dar a real condição da campanha: É óbvio que querer o Johnny "de vera" é o puro absurdo. Mas olhe as fotos de novo e você poderá traçar o perfil do homem ideal (ou pelo menos o meu perfil, hehe). Vamos lá:
1-Ele tem perfil de intelectual e cara de culto.
2-Ele é um excelente profissional, reconhecido e premiado em sua área.
3-Ele tem aquela cara de blazê que arraza corações.
4-Ele tem pinta de educado e cavalheiro.
5-Ele tem estilo e sabe usá-lo.
6-Ele tem a cara da auto-confiança, daqueles que conseguem o que querem (o que implica que deve ter aquela pegada forte).
7-Ele é sarado no ponto. Malha pouco o suficiente para cuidar do corpo e gasta a maior parte do seu tempo fazendo coisas mais interessantes.
8-Agora olha a foto do meio: além disso tudo ainda deve ser divertido, amoroso e simpático com os seus.
9-Nem precisa ser tão bonito, com todas essas características, ele já está mais que lindo!
Pode ser que ele não seja nada disso... se não for, deveria. Rárará!
Homens, inspirem-se! Estamos à procura de nossos Mr. Depp tupiniquins!
Ainda dizem que é difícil agradar as mulheres... é só seguir os bons exemplos! ;)
Postado por JujuRibeiro às 19:23 1 comentários
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Ser, saber... de si.
O que realmente é ser sábio?
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Nada nos deixa mais fortes do que termos consciência de nossas próprias fraquezas.
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É a pedra fundamental do crescimento: auto-conhecimento.
Real sabedoria...
Postado por JujuRibeiro às 09:01 0 comentários
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
For 2010 I wish...
Último dia do ano... na TV, o último filme assistido em 2009 foi "A walk to remember"... impossível não fazer uma reflexão para o período que começa...
2009 foi um ano de mudanças para mim. Na verdade, os dois últimos anos foram de mudanças. 2008 as mudanças começaram no pensamento... neste ano que acaba, elas passaram para o plano das ações. Começo 2010 em caminho novo, que se descortina na minha frente.
2009 foi o ano da coragem. Foi o ano em que assumi e enfrentei meus fantasmas. Em que corri riscos. Em que consegui enxergar que o que você sente e pensa é que é o verdadeiro responsável pelo conceito de felicidade. Que o que realmente importa no final de tudo é o depois, é o crescimento, é o passo dado.
Compreendi mais a fundo que dor, perda, decepção, derrota, tudo isso é passageiro. Somente o crescimento que tudo isso proporciona é que fica para sempre. Enxerguei também que risadas, fortes emoções, coisas boas, e até mesmo a felicidade, também tudo isso é momentâneo. Somente a sensação de que tudo aquilo faz a vida valer a pena é que fica. E basta.
Força, fé, serenidade, sabedoria... é só disso que realmente precisamos. Dificuldades e sofrimentos virão, então não posso desejar para ninguém um ano totalmente feliz. Para isso, desejo força, para que possa enfrentar e atravessar dificuldades. A fé, torna concreta em nosso pensamento que o dia-após-o-outro sempre virá. A serenidade nos dá paciência para que o tempo passe, pois só o tempo tem o poder de nos mostrar o que realmente somos e as verdadeiras razões de tudo que nos cerca. A sabedoria, grande virtude, eu desejo aprender a cultivar... apenas ela nos dá a clareza para verdadeiramente compreender e assimilar o que as outros desejos apenas nos ajudam a passar.
Força, fé, serenidade, sabedoria... 2009 fez valer que essa é a busca que faz sentido. E se tudo correu bem, se entre momentos tristes e alegres, olho para trás e me orgulho de tudo, é porque pelo menos um pouco desses quatro valores eu consegui aprender ao longo do ano que termina.
Amor, há de vir em 2010. Por mim mesma, pelo amigos, pela vida... mais do que veio nesse ano. Paz, essa me acompanha, pela consciência tranquila de ter feito tudo que estava ao meu alcance para desenhar minha vida num traço que me faz crer que tudo sempre vale a pena.
2009 termina com sensação de dever cumprido. Não no sentido de fim, pelo contrário. 2009 foi começo.. um belo começo...
Luz e energia positiva na virada, amor nas palavras e abraços distribuídos, felicidade nos pensamentos enviados... é só disso que precisamos para um bom começo de ano! ;)
P.S: Obrigado à todos os amigos e pessoas queridas, presentes e ausentes, pela força, energia e confiança depositadas. Nada se conquista sozinho! Amo todos! Feliz Ano Novo!
Postado por JujuRibeiro às 15:56 0 comentários
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Desabafos...
Alguns amigos têm me falado vez ou outra que eu sou uma pessoa um pouco fechada, que passo uma imagem muito séria e que só mostro o meu lado alegre, aberto e divertido quando me conhecem melhor. Nunca abri a boca para negar esse fato... eu sei que sou assim... sempre fui.
Sempre que converso sobre isso, assumo a característica e escuto de bom grado todos os conselhos que me dão para consertar isso, para dar mais abertura para novas pessoas. E tento assimilar tudo para pôr em prática... A questão é que vez por outra, quando me pego em meus momentos solitários de auto-análise, fico pensando que não é ruim ser assim. A última vez em que conversei sobre isso com uma amiga. a reclamação era de que não vinha conhecendo muitas pessoas ultimamente. Ela fez a mesma observação sobre vestir a armadura de pessoa séria... Hoje estava aqui pensando com meus botões sobre isso...
Sabe, na verdad eu creio que essa armadura funciona para mim como uma espécie de filtro... Não gosto de pessoas preguiçosas. Explico: se eu passo uma imagem de pessoa interessante, porém séria, como me falam, então esta seriedade seleciona aqueles que se aproximama de mim. Só aqueles seguros de si, interessados (e por consequencia, interessantes) vão se chegar. Tem que ter peito pra encarar desafios e dizer: "e aí que ela é séria? vou até lá".. os fracos não vão, porque não tem coragem pra enfrentar coisas difíceis.
Td bem, isso tudo pode ser uma grande ilusão pra aumentar minha auto-estima e justificar minhas falhas... mas que vida chata seria se não puséssemos um pouquinho de ilusão de vez em quando não é mesmo?!
Postado por JujuRibeiro às 11:04 0 comentários
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
A menina...
A menina dançava... e rodopiava, e cantava, e se ria inteira...
A menina caiu... ralou o joelho só... mas doeu... e chorou.
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Levantou-se e endireitou a saia rodada... passou uns dias sem dançar...
A menina ainda dança?
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Dança, sim senhora! Dança agora e sempre dançará!
Dança sob o sol ou debaixo de chuva...
Toda hora é hora pra criar coreografia. Alegria e tristeza deixa a dança mais bonita.
A vida é pra dançar, baby... só o ritmo que vai mudando... ;)
Postado por JujuRibeiro às 12:25 1 comentários
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Abstinência sentimentalóide.
Vim aqui no blog escrever sobre melancolia e sentimentalismos e dou de cara com o post super-sensível de Livoca negando tudo que eu pudesse dizer. Hehehe! É por isso que eu dou vivas às diferenças de opiniões... não me intimidarei, escreverei assim mesmo.
O fato é que a melancolia está imperando esses dias. E melancolia me dá uma vontade louca de escrever. E eu fico sem saber se é monotonia, se é nostalgia... na verdade acho que é vontade de amor. Sempre fui romântica. Não aquela imagem antiquada da princesa esperando o par encantado. Mas a minha vida toda gostei de amar. E aí, quando bate a abstinência do amor-relação-homem-mulher, eu sinto todos os outros amores da minha vida de uma forma muito mais intensa. Aí eu amo infinitamente mais os meus amigos, os meus planos, os meus sonhos e todas as paixões paralelas que a gente alimenta na vida.
Aí as coisas se misturam, os amores se confundem e eu passo a não ter mais certeza de nada. Bate uma ansiedadezinha, porque eu fico sem saber qual amor alimentar primeiro, ou pra onde correr primeiro. Eu amo tudo mais e ao mesmo tempo: eu amo meu trabalho mais, eu amo meus sonhos mais, eu me apaixono por idéias, por possibilidades, por planos.. e é tudo intenso.
Coincidentemente, quando está tudo à flor da pele é justamente a época em que aparecem mais oportunidades e são necessárias mais opiniões e mais escolhas. E as decisões mais difíceis terão que ser tomadas em pleno turbilhão de paixões fervorosas pelas coisas que me cercam. E aí os grandes passos, como que de propósito, terão que ser dados quando a razão está mais escassa, quando o coração está dominando a cabeça...
Parece mesmo ser de propósito... como um teste pra forçar o equilíbrio... ou talvez, um aviso pra ouvir mais o coração.
Postado por JujuRibeiro às 19:54 1 comentários
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Já pra saia da sua mãe e deixa meu colchão
Os casais e carentes de plantão, perdoem minha franqueza, mas admitam: dormir de conchinha é até bom, e para por aí! A gente até vê graça no começo, acha aconchegante, carinhoso, romântico e tudo mais. Mas tem dias, e estes são a maioria dos meus dias, em que eu quero cada centímetro quadrado da minha cama egoísticamente apenas para mim. Não quero acordar suada, não quero meu cabelo grudando na barba de ninguém, não quero meu lençol cheirando a feromônio masculino, não quero acordar as três da manhã com roncos, e não quero acordar constrangida porque tô babando no braço alheio. Prefiro ter a escolha de me deitar com minha lingerie menos sexy e mais confortável, assistir o dramalhão de Brothers & Sisters, e não me preocupar nem um pouco se não tem nada na geladeira pro café da manhã. Tá carente? Abraça um travesseiro aí, que gente dá trabalho demais!
Postado por Livoca às 15:07 2 comentários
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Gente é bicho estranho. Tem as coisas todas caminhando muito bem, caminhos se desenhando bem claramente, mas paciência que é bom... Eu até tenho conciência de que é preciso ter calma pras coisas acontecerem, mas na prática é difícil não ficar ansiosa.
É muito ruim esperar na incerteza. Sempre ficamos na dependência de papéis assinados e martelos batidos pra podermos acreditar de verdade que tudo vai dar certo. Um amigo muito querido me disse esse mês: "não duvide das coisas que te dizem e te prometem, acredite em você que você acreditará nelas"...
Eu recebi muito apoio esse mês e vi meu trabalho ser reconhecido de uma forma muito promissora. Mas a luta interna pra ter a bendita paciência sempre me persegue... No fundo, eu sei que é tudo uma questão de auto-confiança. O tempo sempre recompensa o trabalho bem-feito e eu sei que a minha hora vai chegar. Mas o imediatismo humano... essa é herança difícil de deixar pra trás...
Postado por JujuRibeiro às 18:02 0 comentários
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Adoro quando homens se gabam de serem muito importantes e poderosos...
... deixá-los acreditar que sempre conseguem tudo que querem com qualquer mulher me faz dar muitas risadas!
................................
Poder sempre é relativo! ;)
Postado por JujuRibeiro às 17:56 0 comentários
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
É incrível como os homens às vezes acham que as mulheres são abestadas, no bom e velho cearês. Avisem aos queridos amigos que, nem eu que muitas vezes sou ingênua demais, deixo de perceber quando estamos sendo testadas na cara lisa.
Pessoas, aquela velha história de plante-verde-pra-colher-maduro é antiga demais pra colar. Pior ainda é tentar fazer galanteios, só pra ver se a gente cai e depois dar o fora de fininho e nos deixar com a cara no chão, pra poder sair por aí fazendo análises e críticas, sejam quais for. Queridos, isso não rola mais!
Só um desabafo para meus colegas de sexo oposto: o tempo das mulheres ingênuas tá acabando hein. Modernidade tá chegando e a gente tá ficando esperta. Portanto, usem logo essas armas antigas que vocês tem por aí, porque o prazo de validade delas tá vencendo já já.
Como diz minha amiga Bela Magnólia: Só dando o toque! ;)
Postado por JujuRibeiro às 06:58 0 comentários
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Quem lê tem poder!
Recebi por email, não sei a origem. Mas dei risada! ;)
A mulher que lê
Um casal sai de férias para um hotel-fazenda. O homem gosta de pescar e a mulher gosta de ler. Uma manhã, o marido volta de horas pescando e resolve tirar uma soneca. Apesar de não conhecer bem o lago, a mulher decide pegar o barco do marido e ler no lago.
Ela navega um pouco, ancora, e continua lendo seu livro. Chega um guardião do parque em seu barco, para ao lado da mulher e fala:
- Bom dia, madame. O que está fazendo?
- Lendo um livro - responde, pensando: será que não é óbvio?
- A senhora está em uma área restrita em que a pesca é proibida.
- Sinto muito, tenente, mas não estou pescando, estou LENDO.
- Sim, mas com todo esse equipamento de pesca, pelo que sei, a senhora pode começar a qualquer momento. Se não sair daí imediatamente, terei de multá-la e processá-la.
- Se o senhor fizer isso, terei que acusá-lo de assédio sexual.
- Mas eu nem sequer a toquei! - diz o guardião.
- É verdade, mas o senhor tem todo o equipamento. Pelo que sei, pode começar a qualquer momento.
- Tenha um bom dia, madame - diz ele, e vai embora.
MORAL DA HISTÓRIA:
NUNCA DISCUTA COM UMA MULHER QUE LÊ. CERTAMENTE ELA PENSA.
Postado por JujuRibeiro às 22:30 0 comentários
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Homens reclamam, mas fique sem gastar esse dinheiro pra ver...
Eu sei que corro o risco de soar um pouco machista com esse texto, mas acho muito verdadeiro, ó! Porque quando os homens reclamam da gente, essa lógica é justamente a minha resposta. Recebi por email hoje:
Lógica feminina
Uma mulher estava passando de carro por uma rua e ao parar no sinal de trânsito foi abordada por uma moradora de rua, muito suja e de péssimas aparência, que pediu a ela dinheiro para comprar comida.
A mulher pegou a carteira da bolsa, tirou R$ 50 e perguntou: 'Se eu te der este dinheiro, você não vai sair com tuas amigas e gastar tudo?'
'Que é isso, dona, eu não tenho amigas. Moro na rua.'
'Você não vai sair aí pelas lojas gastando?'
'Não, eu não entro em loja porque não deixam e gasto meu dinheiro só com comida.'
'Você não vai usar para ir a um salão fazer cabelo e unhas?'
'A senhora tá malucas? Faz uns vinte anos que não sei o que é salão.'
'Bom, a mulher disse, 'Eu não vou te dar o dinheiro. Entre aqui no carro que eu vou te levar para jantar comigo e meu marido esta noite.'
A mendiga ficou pasma. 'Mas teu marido não vai ficar furioso com você? Eu não tomo banho faz muito tempo, estou suja e fedorenta.'
'Não faz mal. Entre aí. Quero que ele veja como fica uma mulher quando ela pára de sair com amigas, fazer compras e ir ao salão."
Postado por JujuRibeiro às 17:35 0 comentários
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Ectoplasmas sentimentais.
É muito ruim quando a gente se depara com um fantasma do passado na nossa frente e é péssimo quando a gente percebe que aquela aparição, mesmo depois de tanto tempo, ainda te assombra e te gela a espinha.
É meio inevitável viver cercada por esses "ectoplamas sentimentais", essas emoções que a gente esconde lá no fundo e finge que não existem mais. Será que é sempre ilusório pensar que quando a gente cresce o medo do bicho-papão desaparece? O que será necessário fazer pra espinha não arrepiar de cima à baixo quando o fantasma se materializa no nosso caminho?
Será que existe mesmo uma "superação total" de todas as tristezas e maus-bocados que a gente passa na vida? Às vezes fico pensando se, no fundo, essa superação que buscamos não seria, na verdade, um esquecimento prolongado. Aquele nível de esquecimento onde o passado não tira mais seu sono, não enche mais seus olhos de lágrimas e permite lembranças sem dor. Mas que está lá. E que pode voltar de vez em quando...
Eu tenho meus fantasmas: algumas pessoas, alguns amores, algumas perdas, alguns desapontamentos... Nenhum deles foi até hoje mais forte que eu mesma, é bem verdade. Nenhum deles me impediu de seguir adiante e de continuar crescendo. Mas eles ainda aparecem vez por outra. E doem ... E nessas horas, dá uma vontade grande de fugir pra longe, com a ilusão de que eles não conseguirão nos alcançar...
Bom seria se os fantasmas não seguissem junto conosco...
Talvez tenha um lado positivo.. me lembra de que o que sou hoje também é fruto de tudo que chorei até então...
Postado por JujuRibeiro às 23:17 1 comentários
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
7° Arte
Voltando do cinema com mais um filme excepcional na minha lista: o hilário "Se beber, não case". Comédia adulta, mas nada apelativa. Absolutamente hilária, principalmente pelo fato da história parecer totalmente possível, daquelas que soam absurdas, mas que merecem ser contadas para os netos.
As atuações são ótimas, mas quem ganha o destaque mesmo no filme é o roteiro em si. Vale prestar atenção no perfil dos protagonistas: são pessoas adultas, comuns, que trabalham, tem família, com educação, respeito e caráter. Bem diferente da maioria das comédias adultas que vi ultimamente, "Se beber, não case" passa longe do clichê da turma-adolescente-sem-cérebro e do perfil homem-cachorro-nem-aí-pra niguém. Qualquer pessoa adulta que curta a vida e não tenha problemas com auto-afirmação e imaturidade pode se imaginar nas situações.
Olhando por trás das cenas absurdamente hilárias, tem uma filosofia e uma forma de ver a vida por trás dos personagens que me agrada muito, com a qual me identifico. Mas seria assunto pra outras (e várias) mesas de bar.
Provavelmente verei novamente. E depois que verem, jogue a primeira pedra quem não se imaginou no lugar dos caras. Ou pelo menos pensou que seria divertido...
Postado por JujuRibeiro às 23:22 0 comentários
Tenho a impressão de que um novo ciclo astrológico-cabalísitico-mundial deve estar começando estes dias...
No curto espaço de tempo de domingo para cá, já três ou quatro antigos paqueras declararam estar namorando, ou que casaram e já são pais. Interessante. De repente, uma série de pessoas que estavam solteiras deixaram de estar, o que significa que as filas estão andando... Deve ser um sinal.
Nos últimos tempos, tive muitas notícias de rompimentos e quase nenhuma de novos começos. Energias se reorganizando para criar novos laços, as coisas mudam. Universo deve estar mais amoroso este mês.
Muito bem! Triste pela "perda", de forma nenhuma, não estou. Pelo contrário. Fila serve é pra andar mesmo! ;)
Postado por JujuRibeiro às 00:58 0 comentários
domingo, 16 de agosto de 2009
Estava lendo o último post da Aline aqui (parabéns Aline!) e lembrei que esse problema também tem me afligido nos último tempos...
E ontem fui no aniversário de outra amiga e ela disse que ano que vem (quando completará 25) vai fazer uma festa, porque a comemoração de UM QUARTO DE SÉCULO de vida tem que ser em grande estilo...
Olhando por esse ângulo, um quarto da vida já foi... fiquei um pouquinho depressiva, vou nem mentir! ;)
Postado por JujuRibeiro às 11:20 0 comentários
sábado, 15 de agosto de 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
O mundo conspira...
A vida tem uma forma engraçada de nos mostrar caminhos. Para mim nem se fala, eu que sou cristã, cheia de fé, crente no destino que se escreve sempre em linhas gerais, com o desenho das caminhos indefinido, mas com pontos de origens e chegadas sempre pré-determinados.
Sei que filosofias desse tipo não são muito fáceis de escrever, principalmente porque cada um tem sua crença. Mas, desde o começo do ano, eu tenho tido sensações boas de que as coisas acontecem, e que, de uma forma ou de outra, tudo caminha para me levar em uma determinada direção. Eu só precisei seguir a vozinha interior e prestar atenção nos sinais.
Quando estava na angústia de decidir se largava tudo e ia pra São Paulo tentar um caminho novo, uma pessoa muito querida me disse para não temer. "Quando o trem passa, só sobe quem está qualificado para embarcar nele". Nunca vou esquecer!
Me armei com toda a loucura que havia dentro de mim e fiz as malas. Deixei pra trás todas as certezas que tinha na minha vidinha arrumadinha. Na volta, o esforço maior foi contra a ansiedade. Respirando fundo todo dia, me agarrando com todas as forças na pouca paciência que sempre tive. "Espera, se acalma, vamos ver o que acontece." O mundo capta as energias que você emana...
E acontece mesmo. De repente eu percebi que tudo está conectado. Que aquela inquietação não era à toa. Que aquela palestra assistida foi crucial. Que as vontades despertadas tinham fundo de verdade. Que o conselho dado foi um anjinho suspirando no ouvido. Que segui-lo foi a coisa mais sábia que poderia ter feito. Que correr o risco valeu a pena. Que vai continuar valendo...
E o que estava distante fica logo ali do outro lado da rua. Agora, é só fazer a travessia!
Postado por JujuRibeiro às 15:43 0 comentários
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
7° Arte
Cada dia mais cinéfila, com pretensões de ser artista-de-bastidor um dia, presto mais atenção aos detalhes. Se sempre fui chegada a um filme cult-psicológico, agora assinei a carteirinha do fã-clube. Telecine Cult é meu best friend e hoje à noite ele me apresentou a mais uma pérola cinematográfica, na minha humilde concepção. Mais um título entra para os meus "top mais" (porque não conseguiria eleger os "top ten", então expandi a lista um pouco).
"Na Natureza Selvagem", com título original "Into the wild", é simplesmente bárbaro. Tão profundo que poderia criar um fórum de discussão que não esgotaria tão cedo. Renderia um livro em cima do livro original. Ao mesmo tempo, tão simples que deixa bem claras as discussões e as guarda sutilmente para as mesas de bar dispostas a conversas intlectualóides-de-meia-tigela, lindas e agradabilissímas. Um filme que consegue ser denso e leve, intenso e sutil. Frases e roteiro simples contando uma visão totalmente piscológica de pessoa. Cenas fortes contrapostas com cenários deslumbrantes. Final triste que não deixa chorar porque transparece a felicidade profunda do personagem. E contagia! Melhor ainda: faz pensar. Muito.
Sean Penn me surpreendeu imensamente como diretor e Emile Hirsch emocionantemente se transforma em Christopher McCandless, numa atuação esplendorosa. Tudo lindo!
Dá esperança ver que o mundo ainda tem pessoas com uma história tão forte e tão bonita pra ser contada, num passado muito próximo de nós. História de alguém que poderia estar do nosso lado hoje, conversando sobre filmes cults em mesas de bar...
PS: Vale a pena prestar atenção na trilha sonora original assinada pelo vocalista do Pearl Jam, Eddie Vedder. Canções ao estilo da banda, com letras que agradarão aos que gostam de uma boa música com mensagem e belas frases de efeito. Particulamente tocantes pra mim!
Postado por JujuRibeiro às 00:41 0 comentários
domingo, 9 de agosto de 2009
Brincar de ser eu
Cabelo novo sempre me assusta um pouco... É só um simples corte de cabelo, mas fico com a sensação que muda mais muito que isso. É como se de repente você ficasse esperando por coisas novas, como se mudasse de rumo.
Aí você muda o cabelo, que muda a roupa, que muda o estilo, que muda o comportamento... e você vai se moldando, se aperfeiçoando, até se encaixar definitivamente. Descobre alguns aspectos seus que ainda não tinha visto, estuda possibilidades. A busca pelo corte ideal se reflete, pelo menos pra mim, muito mais em uma busca de identidade pessoal do que uma simples coisa estética.
Me olho no espelho, às vezes gosto, às vezes estranho. Mas me agrada a idéia de me reinventar mais do que o resultado em si, e isso me basta. Observo daqui e dali, penso em possibilidades: "se fizesse assim, se usasse isso, se prendesse com aquilo". Vou brincando comigo mesma. Entre erros e acertos, eu me redescubro e me reconstruo. Brincadeira boa de ser eu mesma!
Postado por JujuRibeiro às 10:53 0 comentários
domingo, 2 de agosto de 2009
Ando meio ansiosa esses dias... daí acordo esperando notícias que não ficaram de vir... como se as coisas que eu quero pudessem acontecer assim da noite pro dia.
É muito estranho fazer planos a longo prazo porque eu fico desejando que o "longo" seja uma semana, quando no fundo a gente sabe que não é bem assim. Projeto imagens do que quero ser e fazer e logo em seguida me perco sem ter certeza de por onde começar. Fico feliz com essas projeções e trabalho para realizá-las, mas como boa ariana sempre tenho a sensação de que não estou fazendo o suficiente e brigo comigo mesma: "mexa-se, mais, ainda não é suficiente".
Pressão saudável, ainda não deu pra enlouquecer com ela. Tenho consciência da minha ansiedade. Logo em seguida vem a vozinha boa: "calma, cada coisa no seu tempo".
Quero viver mil vezes... pra talvez eu conseguir ser tudo que sonho.
Postado por JujuRibeiro às 11:45 0 comentários
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Marketing da sedução
“Aprenda a elaborar uma estratégia de impacto e conquiste o interesse e a fidelidade do seu homem-alvo!” Faz me rir, Karina Hollo! Faz me rir!
Eu tenho é pena de quem compra revista NOVA pra ler esse tipo de absurdo:
1. Defina seu target
"É preciso conhecê-lo bem. Só assim conseguirá encantá-lo"
(Apesar de ser a favor de sempre conhecer o público-alvo, discordo da parte do “só assim”, homem se encanta por bobagens que na maioria das vezes não fazem parte do cotidiano dele. E outra, tem que procurar conhecer é pra não quebrar a cara, não para se adaptar a ele.)
2. Foque as vantagens do produto
“Focalize os benefícios que o seu alvo busca em uma mulher.”
(Ah, beleza, virei produto agora foi? Mais uma vez, me aconselhando a mudar em função daquilo que agrada o cara. É! Dá certo pacas! Vai fundo que é bem rasinho!)
3. Tome posição de destaque
“Seu principal diferencial deve ser ressaltado com base no que o seu paquera procura em uma mulher.”
(Mesmo conselho terceira vez seguida, com destaque para o “PAQUERA” - tinha termo mais brega não?)
04. Derrube a concorrência
“(...) Mostre que é melhor ainda, capaz de propiciar tudo o que ela oferece - e mais. Isso, no marketing, se chama valor agregado"
(É e no marketing funciona porque o foco é o cliente, se o foco da sua vida vai ser o tal do PAQUERA, okeijo, vai se anulando em função de outra pessoa pra ver como se chega longe!)
05. Capriche na embalagem
“O invólucro jamais deve destoar do que é o produto.”
(Produto meus ovários! E por que a recíproca não tem de ser verdadeira, hein? Adianta a embalagem ter o melhor design e o produto ser meia-boca? Pedro Neschling que o diga)
06. Esqueça a propaganda enganosa
“Se a sua intenção é construir uma imagem com base nos desejos do seu target, de jeito nenhum minta sobre você mesma.”
(Ou seja, esqueça os conselhos 1; 2; 3 e 4)
07. Faça o plano funcionar
"Coloque seu time em campo sem se esquecer de checar os resultados parciais de quando em quando. Assim, poderá fazer os ajustes necessários de acordo com as reações do seu consumidor"
(Se você é produto, claro que ele é consumidor. E volta os conselhos sobre se moldar em função do PAQUERA.)
08. Limite justo
"Às vezes, conquistar um homem dá tanta canseira que você nem consegue curtir os resultados."
(Se anulando o tempo todo desse jeito, claro que cansa!)
Ainda que a matéria fosse boa, ela esqueceu (ou não está atualizada) que a melhor estratégia é trocar o marketing de interrupção pelo marketing de permissão. Checar primeiro se o seu “consumidor” está aberto ao mercado! Vai adiantar isso tudo se o cara não quiser namorar? (E se ele quiser nem precisa desse esforço todo). E se não for pra namorar, o esforço é mais desnecessário ainda.
O segredo mesmo está é na encontrabilidade. Mas pra isso, tem que focar nos consumidores, clientes, PAQUERA, pequete, ou coisa que o valha, que estão procurando. Marketing nenhum amarra quem quer continuar solteiro.
Postado por Livoca às 18:24 1 comentários
segunda-feira, 20 de julho de 2009
E quando falta resposta pro tamanho do absurdo... o.O
Amigo meu puxou conversa no msn hoje à noite... final de mês de julho em Fortaleza, quem não gosta de axé e/ou de farra grande fica em casa vendo tv:
Amigo diz:
fortal? vamos?!
Juliana diz:
tô querendo ir, mas vou só um dia.. tenho grana pra ir todos os dias não
(ok, ok, eu assumo, quando a farra é grande o axé não me incomoda, podem me atirar pedras meus colegas cults)
Juliana diz:
você vai?
Amigo diz:
oora, mas eh claaru.
(copiado ipsis literis, só pra ressaltar que eu não escrevo assim no msn, então não é minha culpa)
Amigo diz:
e tu acha q vou perder fortal, irado
Amigo diz:
perder aquelas mulheres, todas doidas e tal
Juliana diz:
o.O
Vamos combinar que minha vontade de ir pro Fortal quase se reduziu a nula com um comentário desse né?! Vou dar o desconto da falta de noção e me agarrar na esperança de salvação da população masculina quando chegar o juízo final... Perdoa senhor, eles não sabem o que dizem...
Postado por JujuRibeiro às 23:15 4 comentários
Dia dos miguxos
Semana passada o ócio corporativo me levou a uma lista chamada "50 perguntas que vão abrir sua cabeça". Minhas duas preferidas:
Have you been the kind of friend you want as a friend?
Which is worse, when a good friend moves away, or losing touch with a good friend who lives right near you?
Fizeram eu repensar bastante meus relacionamentos nesses últimos dias.
Postado por Livoca às 19:36 0 comentários
sexta-feira, 17 de julho de 2009
No pain, no gain...
Deus escreve certo por linhas tortas, sofrimento é a base do engrandecimento pessoal, não importa, qualquer ditado popular parecido com isso nos diz que a verdade é que a maioria das coisas ruins que acontecem na nossa vida tem um aspecto positivo escondido e que só enxergamos isso depois que passa um tempo. E observe que, no quesito relacionamento pessoal, a lei é ainda mais verídica e quase nunca falha...
Pensando no meu último namoro hoje em dia, depois de mais de dois anos que acabou, vejo que o fim na verdade foi começo. Chego até a acreditar que, no fundo, o fim foi a melhor coisa que poderia ter me acontecido. Sofri - MUITO- com a incompreensão momentânea e imatura de ser dois anos mais nova. Mas com o passar do tempo não tenho problema nenhum em assumir o quão grata eu sou por todo o sofrimento que passei... nunca tinha vivido um mal tão necessário. Cresci tanto, mas tanto, que se hoje eu sei quem sou foi porque quebrei feio a cara no fatídico ano de 2007... ano que foi praticamente divisor de águas.
Vim pensando nisso no caminho de casa... em como havia tanta coisa que eu simplesmente não enxergava: em como somos (eu e o ex) absurdamente diferentes, em como já éramos absurdamente diferentes durante os quase 5 anos juntos, e em como eu havia me tornado uma pessoa bem alheia ao que realmente sou para tentar ficar um pouco mais parecida com ele. Relação fadada à fim trágico, hoje eu vejo.
Fato é que males são necessários, e que só por causa de tudo que passei é que hoje me olho no espelho e sei quem sou. Sei de verdade. Sei do que gosto, o que procuro, com o que sonho. E vejo que curiosamente, eu sempre soube disso... mas a vida precisou ir lá e acender a lâmpada para que eu pudesse ver.
Me sinto muito bem com a consciência disso tudo, longe de mim me achar injustiçada por todas as minhas quedas, pelo contrário. Olhando pra tudo que já passei, me sinto cada vez mais protegida. Como se sempre tivesse alguém que me quer bem ali do lado, me observando, pra me dar aquele tabefe necessário pra não me deixar sair da linha de mim mesma... Na escola da vida, a tarefa de casa sempre é: vai lá e vive, se quebrar a cara, na segunda vez você acerta.
Dizem que a vida ensina... e eu sempre tentei ser boa aluna...
Postado por JujuRibeiro às 22:45 0 comentários
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Itens permanentes da minha lista de supermercado
1 caixa de capuccino 3 Corações light
2 embalagens de iogurte Activia natural
1 embalagem de cream cheese Polenguinho
3 garrafinhas de Smirnoff Ice
1 caixa de suco Ades sabor Morango
1 caixa de suco Ades sabor Abacaxi
(1 item aleatório da sessão de cosméticos)
Não importa quanto já tenha estocado em casa, sempre que vou no supermercado eu compro mais. Já pão, leite e água... falta frequentemente!
Postado por Livoca às 18:43 1 comentários
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Sonhos vs Pressão
Voltando da clínica de estética hoje de manhã (porque eu sou chique tá, meu bem) eu tirei do vidro do carro alguns panfletos desses cursos preparatórios para concursos públicos... parei para dar uma olhada nos que estão rolando. Salários bem altos atrelados à empregos que não me dão o menor tesão. Dispensei.
Voltei pensando pra casa... Porque a dupla salário alto + trabalho medíocre é o sonho de consumo da grande maioria? Mamar no orçamento público com o mínimo de afazeres diários é a situação ideal para muitas pessoas que eu conheço. Eu até gostaria de ser assim... as coisas seriam bem mais fáceis e objetivas pra mim. Mas eu não consigo.
Me sinto um ET quando digo que não me incluo nessa estatística. Várias vezes já passaram horas me dando sermões sobre os porquês de eu dever fazer um concurso. Sempre recuso o convite por não me encantar com o serviço público, não por ideologias políticas ou coisas do gênero... mas simplesmente porque não me identifico com o tipo de trabalho que eu desenvolveria na maioria das instituições. Simplesmente não nasci para ser funcionária pública, ponto (exceto professora universitária, porque isso ainda serei um dia).
Sempre que solto essa frase eu sinto que o ar pesa um pouco e a incompreensão paira no ambiente. É tão errado ou tão estúpido assim preferir fazer o que se gosta mesmo que pra isso se trabalhe mais e talvez ganhe menos? Ou que se corra mais riscos? Porque as pessoas te cobram tanto que você se estabilize de uma vez, que garanta a aposentadoria e a vida futura? É errado gostar do incerto? Eu só tenho 24 anos e um pouco mais de um ano de formada, preciso mesmo me preocupar com isso agora? E mesmo ainda tão nova eu preciso desde já começar a trabalhar no emprego mais seguro que passar na minha frente pra garantir a pensão pra velhice? E depois que a vida de idosa estiver garantida, com que forças eu vou poder correr atrás do que eu realmente gosto?
Sou meio teimosa nesse meu ponto de vista e talvez meu conceito de felicidade seja meio controverso... Me perdoem aqueles que me cobram, mas a hora de arriscar é agora! Quem sabe eu consigo viver muito bem obrigada enquanto me apaixono cada dia mais pelo trabalho que faço? Sem tentar eu não vou saber. Sábias palavras de um grande amigo que uma vez me disse: "não seja escrava do contra-cheque". Nunca esquecerei o conselho.
Então me desculpem os concursista amigos, mas não pretendo juntar-me à vocês por hora. Tenho algumas chances pra queimar ainda e algumas caras pra quebrar antes de achar que está na bendita hora de me aquietar...
Postado por JujuRibeiro às 10:45 4 comentários
domingo, 12 de julho de 2009
Durante o fim de semana um broder me relatou uma situação que rolou com uma garota e pediu minha opinião. Na verdade, ele me pediu mesmo foi uma explicação. Não raramente eu sou abordada pelo chavão “Ei, por que vocês são assim?” E na maioria das vezes, tal qual como aconteceu no fim de semana, eu não sei o que dizer. Quanto mais o meu broder me descrevia a situação mais perplexa eu ficava. Eu tenho vagina, ela também, mas nem por isso eu vou entender o porquê das atitudes dela. Eu atesto que definitivamente não compreendo o universo feminino. Tão pouco o masculino. Alias, eu quase nem entendo o meu!
Postado por Livoca às 21:20 0 comentários
sábado, 11 de julho de 2009
Não sei aonde foi que deixei a minha vontade de sair... desde que ainda estava em Sampa que ando meio sem gosto por sair à noite... para quem não consegue ficar um fim de semana em casa, isso tá sendo surpreendente. E o pior, não é por falta de companhia ou convite... é falta de vontade mesmo.
Talvez seja a idade... certamente estou mais seletiva e aprendi que sair só por sair na maioria das vezes não vale a pena, serve só para gastar dinheiro com besteira. Acho que estou começando a ouvir mais o meu termômetro seletivo, sair só quando compensa de fato.
Além da idade (não tão avançada assim), do processo de seleção mais apurado, da não mais necessidade de auto-afirmação que as baladas-lugares-comuns trazem, creio que se junta à isso a pouca quantidade de lugares realmente interessantes para se ir. Salvo meu dinheiro para investimentos futuros: poucas baladas com maior qualidade.
Faz 3 semanas que não saio. Gastarei no próximo fim de semana a grana de dois desses sábados morgados numa festa de responsa. Afinal, um dia a gente aprende que para quase tudo na vida, qualidade é bem melhor que quantidade! ;)
Postado por JujuRibeiro às 00:20 0 comentários
quinta-feira, 9 de julho de 2009
"Não adianta ser incrível na cama e escrever português errado." Pedro Neschling, ator (via TMP/Patrícia Kogut)
Postado por Aline às 17:55 2 comentários
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Nesse sábado, você vai conhecer o mais novo point da cidade, é a boate 20 e Poucos Anos Club! Finalmente uma boate com um público da sua idade e com o tamanho da sua animação! Lá você vai encontrar gente de todo tipo, com um único propósito: se divertir a noite toda e relembrar o passado da melhor maneira possível: com muuuita animação e alto estilo ao som de Joãozim Pé de Feijão e DJ Gerson Fox! Reúna sua turma e caia nessa nova festa!
Dj Gerson Fox
Postado por Aline às 00:43 3 comentários
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Inquietação com a hora do rush
Podem reparar a maioria dos meus posts é sempre mais perto da 18h do que longe. Não sei como começou, ou se eu posso culpar alguém (talvez possa), só sei que o instante imediato após o pôr do sol me deixa com uma vontade louca de socializar. Talvez porque eu sempre estive na faculdade nesse horário (exceto por esse semestre), talvez porque o alma gêmea não mata mais aula comigo para irmos beber, talvez porque eu quase sempre estou esperando ligações, talvez porque eu seja muito acomodada pra ligar pra metade dos meus contatos, muito insegura para ligar pra 25% deles, muito orgulhosa para ligar para os outros 20% e os demais eu simplesmente nunca quero ligar. Mas acho que o maior de todos os “talvez” é que a perspectiva de que eu só vou sair de casa novamente na manhã seguinte para trabalhar, me apavora! A sensação que eu tenho é que envelheço mais rápido assim.
Postado por Livoca às 19:18 0 comentários
sexta-feira, 26 de junho de 2009
É chegado o dia, eis que termina minha saga paulista... Agora começa a saga cearense. De volta pra casa, a saudade se mistura com a ansiedade e com a insegurança. Novos caminhos me esperam e eu não sei nada sobre eles. Só fica a certeza de que irei em frente. Hora de arregaçar as mangas e voltar pra casa.
Postado por JujuRibeiro às 11:53 0 comentários
terça-feira, 23 de junho de 2009
Teoria da panelinha cearense
Eu precisava passar um tempo fora pra poder confirmar minha tese, e eis que ela se confirma diante de meus olhos: a teoria da panelinha cearense.
Postado por JujuRibeiro às 11:19 0 comentários
domingo, 21 de junho de 2009
Quando vim pra São Paulo passar um mês estudando, eu sabia o risco que corria. Afinal, vim sozinha pra uma cidade gigantesca onde conheço muito pouca gente! Me coloquei o desafio de conseguir ficar sozinha comigo mesma e ficar bem. E até consegui de certo modo...
Postado por JujuRibeiro às 01:41 2 comentários
terça-feira, 9 de junho de 2009
Shame on you seducing everyone*
Não são os bonitos, nem os intelectuais, tão pouco os "moh limpeza", eu me apaixono pelos criativos!
Músicos, escritores, editores, publicitários, jornalistas, fotografos, arquitetos e quem mais tiver um pé, ou os dois, nas ciências das artes. Adoro uma manifestação de inteligência tangível, however de maneira geral eles possuem os piores egos, ao mesmo temo que possuem um ar de convencidos são incrivelmente carentes de aplausos e desse jeito não há encantamento que dure (e nunca demora muito não). Mas são meu karma, meu calcanhar de Aquiles, um requisito de conquista irrevogável. Ou alguém aí já me viu arrastando asa por algum contador ou advogado? (Alias meu nível de antipatia pelos estudantes de direito é altíssimo).
Portanto aos criativos de plantão eu digo: Vão fundo! (vão fundo, que comigo é bem rasinho).
* The deepest blues are black - Foo Fighters
Postado por Livoca às 18:20 5 comentários
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Frase do dia em Sampa City:
Postado por JujuRibeiro às 18:56 2 comentários
Pessoas queridas do meu Brasil, aqui em Sampa o frio tá de lascar! Nunca pensei que fosse sentir falta do calor dos infernos de Fortal... pelo amordi!
Postado por JujuRibeiro às 10:30 1 comentários
quarta-feira, 3 de junho de 2009
início de vida nova...
Pra uma nordestina acostuma com um sol de 40° todo dia na moleira, até que estou me saindo bem no frio de menos de 10° de São Paulo.
Para os menos chegados ou os mais desinformados, é isso mesmo: esta humilde pessoa que vos escreve está toda besta em São Paulo por um mês. Batendo perna loucamente, abismada vendo de perto os prédios que estudei na facu e as tão famosas ruas que as pessoas cantam e contam por aí. São Paulo é fria, um tanto cinza, bastante turbulenta... mas é simplesmnete esplendida! Aqui definitivamente o mundo acontece.. e você precisa correr para não ficar pra trás.
Dias de tédio em Fortaleza são bem comuns... aqui só tem tédio quem quer. Minha lista "coisas-pra-fazer-lugares-pra-ir" ao invés de diminuir só aumenta a cada dia que passa. Museus, teatros, cinemas, shoppings, parques, compras... um mês definitivamente não ser muito tempo!
No entanto, não estou aqui de férias, então a cabeça não fervilha somente com a dúvida sobre qual passeio fazer a seguir. Na verdade, a inquietação da pergunta "o que virá depois" é milhões de vezes maior que a correria pra conhecer a maior cidade do país em apenas um mês. Vir pra Sampa pra mim não está sendo só conhecer um lugar novo... dessa vez há todo um desafio pessoal, de mudança de comportamento, de atitude, de correr atrás de novas coisas e construir novas oportunidades. Passada a euforia do desembarque na minha nova e provisória morada, é hora de esfriar o animo e investir no crescimento pessoal e profissional... vida nova tá começando agora, e só Deus sabe o que me reserva...
Muita coisa ficou pra trás quando entrei no avião sexta-feira passada, deixei muitos fantasmas, muitas promessas vazias, muitas expectativas frustradas... Enchi a mala de sonhos e esperanças e embarquei, torcendo para que muitas mudanças estejam me esperando na volta pra casa!
Postado por JujuRibeiro às 18:25 1 comentários
quarta-feira, 27 de maio de 2009
¬¬
"Eu pedi para o sol se esconder um pouquinho
Pedi pra chover, mas chover de mansinho..."
Postado por Livoca às 22:13 3 comentários
terça-feira, 26 de maio de 2009
Quero um amigo desempregado
Acho que um grande causador de hiatos nas amizades é o trabalho. Especialmente naquelas que algum dia você silenciosamente desejou que durasse pra sempre. É como uma bolinha de guerra de papel, é só uma questão de quem vai começar primeiro. Quando é seu amigo, ele vai viver cansado e sem ânimo. Até que finalmente ele se acostuma com o ritmo, te chama pra sair, só que não quer mais fazer suas tradicionais programações de estudante. Aí ele arranja uns amigos de renda melhor e você toma no olho do cu. Até que você finalmente arranja um trampo também, vive cansado, não tem mais paciência pras suas companhias lisas, e se lembra de ligar praquele broder. Vocês vão prum bar, senta você, seu chaparaus na sua frente, e entre os dois pousa na mesa o HIATO em caps lock, arial black, tamanho 72. Foda. E então vocês voltam a deixar de sair, e no fim das contas acaba cada um achando que "a gente nem era tão amigo assim".
Postado por Livoca às 22:26 0 comentários
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Email que recebi essa semana:
"Nunca ninguém explicou tão bem!
'HOMEM TEM QUE SER TRATADO IGUAL CABELO!'
Num dia a gente prende, no outro solta, num dia a gente alisa, no outro enrola, dá uma cortada quando precisa, numa semana a gente amacia, na outra é só jogar de lado e ele fica ótimo!
Fala a verdade...
Cabelo dá trabalho... Mas a mulher consegue viver careca?"
Só pra dar uma descontraída nesses enfadonhos dias de chuva!
Postado por JujuRibeiro às 10:58 0 comentários
domingo, 24 de maio de 2009
Stuck in the moment
No começo estava muito insegura e foi preciso muita ponderação, conselho e opiniões para que eu tomasse a decisão de correr alguns riscos, mas de uns tempos pra cá tem sido contagem regressiva pra ver as mudanças se materializarem na minha frente...
Há uns bons fins-de-semana que já não tenho vontade de sair à noite. Lembro dos lugares que tenho pra ir e é tudo igual: as mesmas pessoas, as mesmas músicas, as mesmas conversas, as mesmas atitudes. E você vai se apagando um pouquinho cada dia tentando se encaixar num modelo que não tem nada da sua personalidade, só pra tentar não parece tão estranha no ninho.. mas isso uma hora cansa, ou entristece.
De repente é como se o sapato não coubesse mais no seu pé e você precissasse comprar um tamanho maior. É exatamente essa a sensação que eu tenho sentido: a de dedo do pé em um sapato apertado, desejando rasgar todas as costuras e ver o que há do lado de fora, respirar o ar arejado, sair da escuridão e ver gente, e ver o mundo. Sensação claustrofóbica que dá uma necessidade de romper fronteiras e enfrentar desafios, de liberdade... É quando se sente que você simplesmente não cabe mais ali.
De repente tudo virou filme preto-e-branco.... estou indo atrás da minha caixa de aquarela...
Postado por JujuRibeiro às 03:08 0 comentários
terça-feira, 19 de maio de 2009
Dias estranhos... absurdamente intensos e estranhos...
Porque tem épocas que as coisas acontecem tão ao-mesmo-tempo que você não consegue nem distinguir o que realmente está sentindo... como quando a quantidade de informação que a gente tenta absorver é maior do que nossa capacidade mental e por causa disso simplesmente liga no automático e passa a não sentir mais nada... não ri nem chora.
Parece complexo, mas acredito que a melhor explicação para o momento conturbado atual é "muita informação de uma vez só"... De repente tudo acontece e tudo é incerto. De repente você pode ter tudo e nada. De um dia para o outro um lado da sua vida está promissor, excitante e inesperado, enquanto o outro está complicado e tenso. E as duas coisas se misturam de um jeito que já não sabemos mais distinguir os sentimentos... ou simplesmente não sentimos mais...
Nessas horas tentamos ligar para os amigos, mas nem sabemos o que falar: queremos dizer tudo sem ter que dizer uma só palavra. É quando a gente nem sabe mais se ama ou odeia, se é apaixonada ou se está só carente, se os sentimentos são verdadeiros ou se é tudo ilusão, numa incapacidade de distinguir entre certo e errado, sóbrio e inconsequente.
Excesso de razão ou cegueira do coração, só resta pedir a Deus que coloque as palavras certas na nossa boca e as atitudes corretas no inconsciente... Agindo pela inércia consciente da (in)capacidade de ter consciência, sabedoria, discernimento ou coisa que o valha.
Postado por JujuRibeiro às 21:47 0 comentários
domingo, 17 de maio de 2009
Hoje mais uma amiga casa e mais uma vai embora.
Sinceramente, não sei se fico feliz ou se fico triste. Sei que um pedaço de mim volta para longe, volta para Avaré. Aquela cidade pacata, inofensiva, mas que abriga uma parte do meu amor, do meu coração.
Em 16 de Janeiro de 1998 senti a mesma sensação que sinto hoje. Mas somente nessa data.
Postado por Aline às 03:17 3 comentários
sábado, 9 de maio de 2009
I have faith in...
Podem até dizer que é o ópio do povo, mas ter fé - no quer que seja - é fundamental. Para duas coisas: não desmoronar com as insanidades e incompreensões da vida, e para não ter uma vida vazia e superficial (porque só sendo vazia e superficial para não se abater com alguns percalços que a vida sempre traz).
Jogue a primeira pedra quem, na hora do vamos-ver, não se agarrou ao quer que seja. E pare para pensar um pouco mais: a boa e imortal esperança, também não é pouco de fé? Todos têm alguma esperança dentro de si com relação a pelo menos um fator particular de sua vida, ou ao alcance de um objetivo qualquer. E se esperança é acreditar em algo que não temos certeza, então isso também não seria uma forma de fé?
A questão é que não, de forma nenhuma sou adepta de crença incondicional e cega, ou de qualquer tipo de fanatismo. Nunca fui muito fã dos "inexplicáveis". Minha insipiente fé é regada a toda uma sabatina de perguntas e a fé age diretamente nas respostas. Explico: pensar nos porquês da vida gera, incondicionalmente, uma série de dúvidas. E as respostas que encontramos para elas não são o que acreditamos se encaixar em cada caso, mesmo sem ter certeza absoluta daquilo? E isso não parece com esperança? E esperança também não é um tipo de fé?
Minha natureza amante de ciências e matemáticas se agarrou com unhas e dentes a essa fé-questionadora, pseudo-consciente. Certamente nem de longe sou dona da razão, mas minha fé me faz crer piamente nos conceitos e respostas que ela me proporciona... e me pergunto se conseguiria aguentar sem a certeza-incerta que isso me proporciona.
Tentar explicar os porquês da vida é complicado. Eu acredito nas respostas que me parecem mais lógicas e que me dão conforto e tomo aquilo como verdade pra mim, mesmo que bem lá no fundo eu saiba que pode ser tudo bem diferente daquilo em que eu acredito.
A questão no entanto, é se valeria a pena ser diferente. Uma das coisas que eu prezo pra mim é paz de espírito. E pra isso, queridos, muitas vezes só fé resolve.
Postado por JujuRibeiro às 09:45 1 comentários
quarta-feira, 6 de maio de 2009
pessoas. pessoas que somem. pessoas que furam. pessoas que irritam. pessoas que esquecem. pessoas que evitam. pessoas que não ligam. pessoas que não atendem. pessoas que fazem estragos. pessoas que abandonam. pessoas que chateiam. pessoas que foram embora. pessoas que estão indo. pessoas que mudam. pessoas estranhas. pessoas confusas. pessoas que confudem. pessoas que assustam. pessoas mensais. pessoas sacanas canalhas e filhas da puta. pessoas que semeiam a discórdia. pessoas desprovidas de conveniência. pessoas que pisam na bola. pessoas que desagradam. pessoas que estressam. pessoas que deprimem. pessoas que pessoam. pessoas da minha vida. pessoas.
(escrevi há pelo menos 3 anos atrás e não precisei mudar um 'ai' pra posta-lo hoje)
Postado por Livoca às 17:44 2 comentários
domingo, 3 de maio de 2009
Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa:
- ‘Ah, terminei o namoro… ‘
- ‘Nossa, quanto tempo?’
- ‘Cinco anos… Mas não deu certo… Acabou’
- É, não deu…?
Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.
E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.
Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro.
E não temos esta coisa completa.
Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.
Tudo nós não temos.
Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro.
Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.
E as vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona…
Acho que o beijo é importante…e se o beijo bate…se joga…senão bate…mais um Martini, por favor…e vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.
O outro tem o direito de não te querer.
Não lute, não ligue, não dê pití.
Se a pessoa tá com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.
Nada de drama.
Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família?
O legal é alguém que está com você por você.
E vice versa.
Não fique com alguém por dó também.
Ou por medo da solidão.
Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.
E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro.
Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
Gostar dói.
Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.
Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo.
E nem sempre as coisas saem como você quer…
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.
Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.
Na vida e no amor, não temos garantias.
E nem todo sexo bom é para namorar.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.
Nem todo beijo é para romancear.
Nem todo sexo bom é para descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar.
Enfim… Quem disse que ser adulto é fácil?
(Arnaldo Jabor)
Postado por Aline às 17:32 3 comentários
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Se eu ganhasse um centavo para cada vez que meu lápis batucou no texto do Mintzberg essa manhã certamente não iria parecer final de mês.
Minhas inquietações e devaneios que já foram tão facilmente controlados com 20mg de ansiolítico, estão agravados pelas noites de insônia, copos de capuccino, ócio corporativo e uma imagem mental (e vontade) romântica que me assombra há quase uma semana.
A de passar uma manhã de domingo numa cama de casal conversando amenidades, enquanto assisto TV e como besteira na companhia de um recém-conhecido e descubro que ele também adora aquele desenho que eu já começava a desconfiar ser fruto da minha imaginação por ser a única a se lembrar dele. Ou então entrar numa discussão sobre como Rayman and the Raving Rabbids é ótimo apesar da jogabilidade desenvolvida para dodois, que Spore não passa de um tamagochi personalizado e ouvir ele se indignar por eu nunca ter jogado Cave Story. Ou ainda um intercâmbio dos nossos vídeos preferidos do you tube, livros do Nick Hornby e tirinhas do Calvin.
Vejam bem, não é vontade de namoro, nem de sexo, talvez de intimidade, mas acho que o termo mais apropriado seria "carência por afinidade" (e olha que eu já tenho um alma gêmea, um Livoca de cuecas, mas as chances dele passar uma manhã de domingo em casa vendo TV são zero, então eu preciso encontrar um número 2).
E nem seria pra compromisso, era só pra conhecer mesmo, saber que ele existe e que faz parte o meu círculo social e que estaria ao meu alcance caso algum dia eu destrua meu bloqueio emocional.
Pois pois, é essa ansiedade e expectativa idiota de ter afinidade com alguém que me mata, quebra as pontas do meu lápis e rabisca o texto do Mintzberg
Postado por Livoca às 17:39 3 comentários
sábado, 25 de abril de 2009
Um pouquinho de debate saudável...
Comentário da Livoca sobre o penultimo post deste humilde blog, "Miss Independent.. put your hands up! "... Como eu amo polêmica, prolonguemos um pouquinho mais o assunto. Esse comentário merece um novo post:
" O problema eh que tem tanta gente querendo ter atitude que acabam ficando todas iguais, apesar de se acharem a unica "Indie-alternativa-mother-fucker-rocker-criadora-de-tendencias-popstar-de-fotolog" da cidade! (Livoca)"
Adorei! Popstar de fotolog é ótimo!!! Ow mundinho vazio o dessas falsas-atitudes... Eu concordo com você.
Porque, caras amigas bem-sucedidas, fico pensando... Será que essas falsas atitudes conseguem enganar alguém? Alguém realmente inteligente?
Sempre penso que alto-conhecimento gera um tipo de personalidade e de energia tão única que seria impossivel acharmos igual em outra pessoa... É esse tipo de energia que assusta...
São os super-poderes! ;)
Postado por JujuRibeiro às 11:07 4 comentários
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Notas mentais de tópicos para abordar com minha faxineira
1. Esconder meus chinelos não está no seu plano de funções
2. Ventiladores não plugam de volta na tomada sozinhos
3. Eu não tenho barba pra você guardar minha Gillete Mach 3 na pia, deixa ela no boxe, quietinha lá onde você achou
4. Não, meu quarto não é posto de saúde pra você ficar pegando as camisinhas que estão na gaveta do meu criado mudo!
(No mais ela até que lida com minha bagunça muito bem. Eu é que sou uma dona de casa rabugenta mesmo)
Postado por Livoca às 17:58 3 comentários
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Miss Independent.. put your hands up!
"...Ooh, there's something about her
Kind woman that can do it for herself
I look at her and it makes me proud
There's something about her
There something, ooh, so sexy
About the kinda women that don't even need my help
She says she got it, she got it, no doubt
There's something about her
Cause' she work like the boss
Play like the boss
Car and a crib she about to pay em both off
And her bills are paid on time
She made for a boss
Soley a boss
Anything less
She's telling them to get lost
That's the girl that's on my mind
She got her own thing
That's why I love her
Miss independent
Won't you come and, spend a little time
She got her own thing
That's why I love her
Miss independent
Ooh the way you shine
Miss independent..."
Agora diga, se um homem que valoriza esse tipo de atitude feminina não merece aplausos?! Esses dias conversando no trabalho, alguém me disse "ah, e você tem esse jeito de mulher independente"... UAU! Deu até orgulho!
Afirmando de novo que ando longe das lutas feministas tradicionais, minha busca é por independência e maturidade psicológica, num nome bonito pra disfarçar a antiga causa do aprimoramento do amor-próprio.
Amigo meu fez um comentário esses dias reiterando um pouco o reflexo disso tudo: "mulher de verdade é assim, inteligente e com atitude". UAU de novo! E palmas para esse cidadão ímpar que conseguiu desvendar um dos mistérios da fé. Fiquei pensando nisso essa semana... Acho que atitude e personalidade no fundo assustam um bocadinho o sexo masculino...
Mas quer saber, porque não encarar as coisas que nem no reino animal? Medo é modo eficaz de seleção natural: Se não vai encarar, então dança. Só assim eu fico bem tranquila, curtindo minha paz enquanto a lei de Darwin faz a sua parte.
"All the women who are independent, throw your hands up at me" \o/\o/
Tô meio rebelde hoje... deve ser a falta do colírio do Simão...
Postado por JujuRibeiro às 21:16 2 comentários
domingo, 19 de abril de 2009
Idade nova, vida nova...
Esse ano meu presente de aniversário de mim pra mim mesma foi algo nem tanto material, e sim mais "psicológico" eu diria... uma mudança radical no visual.
Olhando a frase limpa e seca, pode soar como uma futilidade absurda... mas pra mim o impacto teve algo muito além da aparência física... foi uma afirmação de mudança de atitude, por assim dizer.
Ontem me disseram que o ano estava começando pra mim, que ele só começa pra pessoa no dia de seu aniversário. Então muito bem, ontem foi o dia 1 do ano 24... e a ida ao salão foi a resolução de fim de ano.
Forma prática de olhar no espelho e não esquecer tudo que eu passei e a pessoa que me tornei.. ou a que venho construindo pra me tornar.
O mais engraçado disso tudo foi que, sentada na cadeira do cabeleireiro, eu tentava olhar no espelho e me acostumar com a nova cara... cheguei em casa, me arrumei, saí... e ainda me olhava atravessado, pensando se aquilo tinha sido uma boa idéia, se eu iria me acostumar com aquilo... o bom e velho medo de encarar mudanças, na insistente tendência ao conservadorismo como disse meu sábio amigo no msn citado no post anterior.
Pra minha supresa, todos que me viram disseram que eu já devia ter feito isso a muito tempo e me deram total apoio. Sensação de segurança maior não poderia existir... pra mudar o visual, pra mudar de atitude, pra mudar de energia... E eu nunca pensei que uma simples tesoura fosse capaz de refletir tanto em uma vida...
Idade nova, cabelo novo, vida nova!
Postado por JujuRibeiro às 23:09 0 comentários
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Interessante...
Sete coisas que me fazem sorrir:
1. Two and a half men;
2. Seth Cohen;
3. A Isabel, o Kertch e a Lívia nos momentos de inspiração;
4. ouvir samba ou Waldick Soriano beeeeem alto;
5. quando compro alguma coisa pela Internet e a caixa chega;
6. receber meu salário;
7. gostar de uma roupa e caber dentro dela.
Postado por Aline às 22:25 1 comentários
terça-feira, 14 de abril de 2009
Palavras amigas em momentos oportunos...
Engraçado umas coisas que acontecem...
Quando da conversa mais sem propósito você escuta as melhores coisas, como se a vida desse sempre um jeito de lhe levar as palavras que você precisa ouvir...
Msn ligado, mal de solteiras como já discutimos neste estimado blog antes... grande amigo, mas daqueles que você só fala de vez em quando e que uma vez perdida puxa assunto no messenger só pra dar um alô. Hoje foi dia de um desses queridos fazer contato. Conversa rápida, que foi direto na ferida.
Em meio à perguntas rotineiras de "como vão as coisas" e de breves e resumidíssimos desabafos, aqueles que são amigos de verdade parecem ler sua mente em poucos segundos.
"Depois que a barraca cai, tudo se acerta. A gente que tende a ser conservador. Quando a gente bota abaixo uma coisa... existem agora infinitas possibilidades".
Impressionante... quando tudo que a gente intimamente pede consegue ser dito pra você em uma frase, de um jeito que só você entende e que pras outras pessoas não faz nenhum sentido.
Sábias palavras... fizeram todo o sentido do mundo pra mim.
Postado por JujuRibeiro às 20:59 0 comentários
domingo, 12 de abril de 2009
Não tem sensação melhor do que sentar numa mesa de bar, com seus velhos amigos e perceber que nada, absolutamente nada, mudou.
Passe o tempo que passar, tudo entre nós continua do mesmo jeito.
Isso é lindo.
Postado por Aline às 04:24 0 comentários
sábado, 11 de abril de 2009
Ser nova ou não ser, eis a questão...
Há algum tempo que venho alimentando a idéia de buscar um refúgio, popularmente chamado de apartamento, pra ir mobiliando aos poucos, dormir lá às vezes, ou simplesmente alugar e deixar lá. Com a idéia já bastante amadurecida, achei que já dava p/ contar pra minha mãe... e acabei ouvindo a melhor coisa dos últimos tempos: "você é muito nova pra isso, não acha?".
Meu Deus! Até que enfim alguém sensato! Sim, eu sou muito nova pra isso e prum monte de outras coisas, mas o resto do mundo - normalmente - parece que não pensa assim. Dia desses meu chefe me perguntou se eu tava ficando "moça-velha". Ok. Quem é do interior, vai entender a colocação dele. Encontrei um ex-ficante (bleeeeeeergh... não achei outra denominação) de quando eu estava no auge dos meus 16 anos e a primeira pergunta dele foi: "e aí? já casou, já tem filho?". Por que será que as pessoas cobram tanto isso da gente?
Pode até ser imaturidade minha achar que não chegou a hora de assumir responsabilidades domésticas, mas é que não tem nada melhor do que sair de casa deixando uma bagunça e, ao voltar, encontrar tudo arrumado. Não tem nada melhor do que dizer "mãe, tô com fome e não tem nada na geladeira" e ela se vira pra te alimentar.
Será que eu tô ficando obsoleta ou o resto do mundo é muito precoce?
Postado por Aline às 02:13 4 comentários
sexta-feira, 10 de abril de 2009
7° Arte
Ele não está tão afim de você: É filme de mulherzinha? É sim, admito! Mas é óoootimo!!!
Eu que nem em meu mais alto grau de paixão e romantismo sou fã de comédia romântica, assino embaixo. Muito legal o filme. E o mais impressionante, dá pra dar boas risadas!
O mais "inspirador" do filme, por assim dizer, é a total veracidade das histórias e personalidades dos personagens do romance. Impossível não se identificar e ver um pouco de si mesma (ou pelo menos um momento seu de fraqueza ou de coragem) em cada uma das 5 histórias paralelas. E certamente se não viveu pessoalmente alguma delas, é íntima de alguém que se identifica com aquilo por você.
Filme leve, divertido, mas que para agradar aquelas mentes pensantes que deliram com uma "terapia de grupo" após cada sessão de cinema discutindo a psicologia por trás de cada cena, tem muito "pano pra manga".
Maneira levinha e bem-humorada de pensar em coisas sérias. Vá ao cinema, mas leve umas amigas... porque você vai sair da sala se coçando pra comentar tudo!
Postado por JujuRibeiro às 00:18 3 comentários
domingo, 5 de abril de 2009
Dias meio atípicos os dessas últimas semanas... intensos e ao mesmo tempo tranquilos... digamos que muitas coisas mudaram sem que nada de fato mudasse, porque foram mudanças de pontos de vista... mudança de pensamentos que, tomara, mudarão rotinas em breve. Foram os dias das resoluções precedendo os dias de mão na massa...
Digo também que foram tranquilos no meio de um turbilhão de ansiedades porque mudei de foco ultimamente. Algumas coisas que eu considerava importantes têm ficado meio em segundo plano em detrimento de objetivos maiores. Fazendo economias, diminuindo pequenos prazeres, me contentando com menos pra conseguir mais. O engraçado é que isso não soa como privação quando temos claro objetivo em nossa mente. As coisas simplesmente perdem um pouco da importância.. e nem doi tanto.
Se inferno astral existe, o meu já está quase acabando. Faltando pouco menos que 15 dias para a comemoração do meu natalício, esse aniversário mais do que nunca tem cheiro de "ano novo, vida nova". Áries é o primeiro signo do zodíaco e, astrologicamente, é aqui que o ano inicia, deixando a sensação de "novo começo" ainda mais real. Pior é que parece que foi ontem meu último aniversário. O tempo passa cada vez mais rápido e nós fazemos cada vez menos coisas realmente importantes... isso me dá uma certa angústia, e acho que muito do que tem mudado nesse último mês é reflexo dessa inquietação. "O tempo tá passando"... cada vez mais perto do "é agora ou nunca"...
E isso fica se repetindo na minha cabeça todos os dias, enquanto continuo pedindo coragem pra arregaçar as mangas em minhas orações noturnas...
Postado por JujuRibeiro às 13:35 3 comentários
segunda-feira, 30 de março de 2009
Semana passada cheguei ao cúmulo do stress, em termos de saúde. Depois de acordar duas noites seguidas (uma pensando em fornecedores e outra pensando em cheques de clientes devolvidos), tive uma alteração de pressão por 3 dias seguidos. Resolvi mudar algumas coisas, alguns hábitos errados... retomei uma dieta pra tentar perder os tais 15 kgs de herança e - não satisfeita - domingo resolvi ir a uma igreja. Fiquei pensando, pensando e decidi que não iria à uma igreja católica. Saí de casa e em plena Washington Soares lembrei-me da Videira. Fui até lá, sentei lá atrás, coloquei meus óculos e fiquei atentamente ouvindo as palavras do Pastor. Juro que até o momento que me sentei não sabia se a Videira era uma igreja evangélica ou se era uma ramificação da católica, mas quando aquele homem se auto-intitulou de Pastor, minha pergunta foi respondida. Passados 5 minutos, o Pastor começa a falar "ninguém pode pensar que a vida é só trabalho. Vocês não podem abrir mão dos seus sábados e domingos e esquecer o lazer, a família para serem infelizes." Depois começou a dar seu testemunho sobre excesso de trabalho e eu, que tinha que ir embora às 20 hrs, furei meu compromisso e fiquei lá até o final.
Mas como aquele homem sabia da minha angústia, eu não sei.
Postado por Aline às 23:07 2 comentários
segunda-feira, 23 de março de 2009
Sinais de vida nova II
E os sinais chegam por todas as partes, como se o mundo conspirasse...
Pra quem não acredita em acaso, não restariam dúvidas. Mas pra quem tem que acordar e dar uma sacolejada ouvindo um "acorda pra cuspir", mensagens precisam vir das formas mais inusitadas, bem à la Teoria da Conspiração mesmo... que é pra não deixar dúvidas e acabar com a insegurança...
Certo livro chega às minhas mãos pela pessoa mais improvável. E o vento da noite chuvosa sussurra "vai... vai ser feliz..."
"Sempre que houver alternativas, tenha cuidado. Não opte pelo conveniente, pelo confortável, pelo respeitável, pelo socialmente aceitável, pelo honroso. Opte por aquilo que faz o seu coração vibrar. Opte pelo que gostaria de fazer, apesar de todas as consequências". OSHO
Postado por JujuRibeiro às 23:43 0 comentários
domingo, 15 de março de 2009
Sinais de vida nova...
Não faça do hábito um estilo de vida. Ame a novidade. Tente o novo todo dia.
O novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo jeito, o novo prazer, o novo amor.
Busque novos amigos, tente novos amores. Faça novas relações.
Experimente a gostosura da surpresa.
Troque esse monte de medo por um pouco de vida.
Ame muito, cada vez mais, e de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de malas, de atitude. Mude. Dê uma chance ao inesperado. Mude. Você conhecerá coisas melhores e coisas piores do que as já conhecidas, mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia.
Dessa forma, apenas dessa forma - você viverá. - Só o que está morto não muda!
(Edson Marques.)
Postado por JujuRibeiro às 11:24 0 comentários
segunda-feira, 9 de março de 2009
Titãs
Eu vivo mudando de opiniãoTeias de aranha habitam meu coração,
Pessoas tão honestas vagando pelas ruas
Me fazem lembrar que eu não passo de um canalha
Eu não presto
Eu não presto
Eu não presto
Eu não presto
Eu não presto
Eu não presto
Eu não presto
Eu não presto
Eu já tentei de tudo
Pra me modificar
Os vícios eu larguei
Até Deus fui procurar
Mas num mundo tão sincero
Não há lugar pra mim
Todos dizem a verdade
Só eu sou falso assim
Eu não presto
Eu não presto
Eu não presto
Eu não presto
Postado por Aline às 23:17 3 comentários